sábado, 16 de julho de 2011

Pacificação abre caminho para formalização nas favelas do Rio

A cidade do Rio de Janeiro tem 152 complexos de favelas e 467 favelas isoladas, de acordo com o Instituto Pereira Passos (IPP), que produz estatísticas sobre o município. De acordo com o Censo Favelas Empresarial, da Secretaria estadual da Casa Civil, a maioria dos negócios existentes nessas áreas opera na informalidade. Na Rocinha, em Manguinhos e no Alemão, mais de 90% estão irregulares, segundo o levantamento. Com a pacificação das favelas, no entanto, esse cenário tem começado a mudar.

“A UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) é uma novidade muito bacana, e traz a necessidade da formalização das atividades empresariais”, diz Carla Teixeira, coordenadora do Programa de Desenvolvimento do Empreendedorismo em Comunidades Pacificadas do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Rio de Janeiro (Sebrae-RJ).

Para contar as histórias dos empreendedores nas comunidades pacificadas do Rio de Janeiro, o G1 publica uma série de reportagens sobre formalização nas favelas. A primeira delas, feita no morro do Chapéu Mangueira, mostra o empreendedor cujo bar foi premiado e a professora que teve a renda elevado com a formalização. Reportagens seguintes vão contar, entre outras histórias, as dos ex-presidiários que se tornaram guia de turismo e dono de salão de cabeleireiro, do açougueiro que montou uma pet shop, e de um salão de barbeiros onde ninguém é patrão.


Dados da Secretaria municipal de Ordem Pública mostram que na Tijuca, na Zona Norte, onde ficam as UPPs do Borel, do Salgueiro, do Turano e da Formiga, foram formalizadas 777 empresas desde janeiro de 2009 – um aumento de 568% em relação aos 137 alvarás concedidos até então.


Em Jacarepaguá, na Zona Oeste, onde fica a UPP da Cidade de Deus, foram 1.986 formalizações desde janeiro de 2009. Até dezembro de 2008, 509 empresas haviam sido legalizadas na região. Também na Zona Oeste, em Campo Grande e em Santa Cruz, onde nenhuma das favelas da região têm UPP, foram registradas 34 e 30 formalizações nas comunidades locais, respectivamente, desde janeiro de 2009.


Do total de favelas no Rio, 28 comunidades foram ocupadas pela polícia, a partir de dezembro de 2008, e são atendidas por 17 UPPs. De acordo com o IPP, que é responsável pela produção e difusão de informações estatísticas, cartográficas e georreferenciadas da capital fluminense, quase 1,1 milhão de pessoas vivem nessas comunidades – cerca de 18% da população carioca, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Falta de dados – e de poder público
A principal dificuldade para conhecer o universo do empreendedorismo nas favelas cariocas é a falta de dados, já que, durante muitas décadas, o poder público não esteve presente nas comunidades, na imensa maioria dominadas pelo poder paralelo e bélico do tráfico de drogas. “Não existe uma pesquisa sobre negócios em favelas”, afirma Carla Teixeira. “Todo mundo gostaria de ter essa pesquisa, mas a gente não tem, e até se ressente disso”, complementa.


“Usamos os números do Censo Empresarial pela falta de dados específicos sobre os negócios em favelas”, aponta Carla.


Na Rocinha, no Alemão e em Manguinhos, de acordo com o Censo, mais de 90% dos negócios são informais. Nas três comunidades, mais de 50% das justificativas para não se legalizar foram: “não sente necessidade de formalizar” e “falta de capital”. Apesar do baixo índice de formalização, o Censo Empresarial mostra que, em média, 21% dos empreendedores têm o “desejo” de se legalizar. Entretanto, pouco mais de 5% deles tentaram, efetivamente, formalizar o negócio.


“Décadas de ausência do poder público permitiram que a informalidade predominasse nas favelas. E, por conta disso, ainda hoje, muitos comerciantes têm resistência à legalização do negócio”, ressalta Mario Borghini, diretor de Desenvolvimento Econômico Estratégico do IPP e coordenador do Empresa Bacana, projeto que desde 2010 sobe as favelas para informar e facilitar o processo de formalização.


Para Borghini, a desinformação é uma das principais causas para a resistência à legalização dos empreendimentos. “Existe muito preconceito com relação à formalização. Os comerciantes veem que ninguém na favela é legalizado, e não se legalizam também”, ressalta ele.


‘Todos que realizam atividades produtivas são empreendedores’, diz diretora do Sebrae
Carla Teixeira ressalta que, muitas vezes, os empreendedores não se identificam como tal. “A moça que vende empadas na rua não se considera uma empreendedora, mas ela é. Quando perguntamos, em palestras, quem é empreendedor, ninguém levanta a mão. Quando perguntamos: ‘Quem é empresário?’, algumas pessoas se manifestam. E quando, finalmente, perguntamos: ‘Quem se vira para gerar seu sustento?’, todos levantam a mão”, conta a diretora do Sebrae.


“Todos que realizam atividades produtivas, às vezes até empregam alguém, e geram receita ao final do dia, do mês, são empreendedores”, enfatiza Carla. Para se enquadrar dentro do programa Microempreendedor Individual (MEI), a renda bruta anual não pode passar de R$ 36 mil, e só é possível ter um empregado, além, claro do dono do negócio. “O MEI engloba várias atividades. As mais solicitadas são: salão de beleza, comércio de bebidas e alimentos, e de roupas”, ressalta a diretora do Sebrae. “E tem uma lei tramitando na Câmara Federal para aumentar a renda anual até R$ 48 mil”, complementa. Aqueles que conseguem uma renda anual maior devem se inscrever no Simples, que concede o alvará para quem ganha entre R$ 36 mil e R$ 2,4 milhões por ano.


Carla Teixeira explica que o imposto mensal para quem se inscreve no MEI varia entre R$ 27 e R$ 33, e já inclui o pagamento da previdência ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – o que garante aposentadoria e auxílio-doença, ou auxílio-invalidez -, do Imposto Sobre Serviços (ISS) e do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Para ter um emprego, precisa de um diploma. Para você empreender, precisa de força de vontade. Empreender é ser pró-ativo, protagonista das próprias ações”, conclui Carla.


Fonte: G1 Economia

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Aprenda como montar um e-Commerce dentro do Facebook




Camila Porto (TechTudo)

De uma rede desconhecida há alguns anos, o Facebook explodiu em número de usuários e visibilidade. Sua grande gama de recursos, tanto para pessoas quanto para empresas, permitiu que a rede conquistasse usuários para se relacionar e para fazer negócios. E isso fez surgir o termo F-commerce (e-commerce dentro do Facebook), considerado uma das novas tendências e possibilidades de marketing e vendas dentro do Facebook.

Com o suporte para aplicativos, qualquer pessoa pode anunciar e comercializar produtos dentro da maior rede social do mundo; e o LikeStore é um dos primeiros aplicativos nacionais que permitem este processo. Por isso, hoje, você vai aprender como usar essa solução para começar a divulgar o seu negócio pelo Facebook.

Instalando o LikeStore em sua FanPage
Passo 1. Para começar a usar o aplicativo, você precisa ter uma fanpage no Facebook.

Passo 2. Acesse o site do LikeStore e clique em “Crie sua loja” (botão lilás no canto inferior direito).

Passo 3. Libere o acesso do app às suas informações.

Personalizando sua loja
Passo 4. Assim que o aplicativo for liberado, está na hora de começar a inserir as informações na sua loja. Divididas em quatro áreas (Início, Produtos, Pedidos e Configurações), as informações que são exigidas podem ser completadas em sequência.

Passo 5. Na guia “Início” você precisará inserir os dados da sua loja, configurar o meio de pagamento, instalar o app na página que você deseja exibir a loja, se houver necessidade, definir os métodos de entrega e, por fim, realizar o cadastro dos produtos.

Passo 6. Na aba “Início”, é preciso prestar atenção aos itens 2 e 3. O item “Configure seu meio de pagamento” demanda que, para que as transações sejam realizadas na loja, você tenha uma conta no gerenciador de pagamentos Moip, pois este é o sistema utilizado na LikeStore.

Já no item 3, basta clicar em “Associar à página” e, em seguida, clicar em “Associar página” novamente. Por fim, defina em qual página o app será instalado.

Passo 7. Ao instalar o LikeStore, retorne até página onde ele foi instalado, vá até a aba “LikeStore” e clique em “Confirmar Associação/Ir para o Admin”.

Passo 8. Siga com o preenchimento das informações solicitadas em todas as abas para deixar sua loja completa. Vale lembrar que o preenchimento de todos os dados é fundamental.

Passo 9. Para ter acesso ao painel de controle da página, utilize o link: http://apps.facebook.com/likestore-admin/

Passo 10. Ao concluir a instalação, acesse a página onde o app foi instalado e clique em “Editar página” (no canto superior direito). Em seguida, clique em “Aplicativos”, vá até “Editar configurações” do app da LikeStore. Por fim, mude o nome da guia para um que chame a atenção dos seus clientes. Assim, quando eles acessarem sua página, verão que você possui uma loja dentro do Facebook.

Observações
Para utilizar o LikeStore é necessário possuir uma FanPage e uma conta no integrador de pagamentos Moip. Ao longo do processo de criação da loja será necessário confirmar sua conta no integrador de pagamento, o que exige que a pessoa envie alguns documentos.

Além disso, o uso do LikeStore é gratuito, porém, sempre que você realizar uma venda será necessário pagar uma taxa de 2% para o LikeStore, além dos 5,9%+R$0,39 destinados ao Moip. Por isso, leia atentamente todas as informações e cláusulas dos termos de uso do sistema.
Para finalizar, estude se você ou sua empresa possuem recursos financeiros, logística e pessoal para vender pelo Facebook. Assim como um site de e-commerce, qualquer transação online demanda atenção e dedicação.


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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Após ficar desempregado, ex-preso vira empreendedor no Acre

Josué de Medeiros investe na distribuição de água e gás em Rio Branco.
Empreendedor individual quer, em breve, mudar registro para microempresa.

Por: Gabriela Gasparin (G1 - São Paulo)
Distribuir galões de água foi a forma que Josué Firmino de Medeiros, de 31 anos, encontrou para garantir uma renda mensal no ano passado, depois de viver desde 2008 entre o desemprego e o subemprego em Rio Branco. Ex-presidiário, disse que enfrentou dificuldades para encontrar uma boa colocação no mercado quando deixou a prisão, há cerca de dois anos.

O “quebra-galho”, contudo, deu tão certo que o negócio foi regularizado pela lei do empreendedor individual e, para este ano, a previsão é ultrapassar o teto de R$ 36 mil de faturamento permitido na legislação, o que levará o empresário a tomar o próximo passo: registrar a Distribuidora Kadosh de Água e Gás como uma microempresa.

“O mercado de trabalho era bem difícil quando eu saí do presídio. Cheguei a trabalhar em uma madeireira, mas eu entrava às 6h e pouco não tinha hora para sair. Como eu não podia passar do horário [estabelecido pela condicional, que termina em 2012], que era às 19h, eu tinha muita dificuldade”, explica o empreendedor, que também diz ter trabalhado como servente. Medeiros conta que foi preso por tráfico de drogas ao viajar em companhia de uma namorada que, segundo ele, era traficante. “Ela mexia com entorpecentes e eu não sabia”, diz.

'Vou vender água'A ideia de distribuir água surgiu em uma conversa com a mulher, que até então trabalhava como auxiliar de limpeza em um banco. “Ela falou, ‘vamos montar um negócio para nós’ (...). Eu falei, ‘amor, vou vender água’”, afirma, acrescentando que começou com quatro galões por dia. Hoje, são cerca de cem.

Quando as vendas começaram a aumentar, a esposa de Medeiros, Gyglyanne Silva Nascimento, de 29 anos, deixou o emprego para ajudar no negócio. Ela cuida de toda a parte administrativa, enquanto o marido faz, sozinho, as entregas.

São cerca de 80 viagens por dia e às vezes não sobra tempo sequer para almoçar. “Tem dia que o almoço fica em cima da mesa e ele só vai comer à noite. Eu também não dou conta das ligações. São quatro celulares mais o telefone residencial”, explica Gyglyanne.

A distribuição, que começou com uma “bicicleta velha”, passou a ser realizada com motos. “Em menos de um ano, já troquei de moto umas quatro ou cinco vezes”, revela.

Medeiros afirma que atualmente trabalha com duas motocicletas, uma para cada ocasião. Quando a entrega é grande, leva os galões em uma moto que comporta uma carreta com capacidade para 9 galões. Quando o pedido é menor, a entrega é feita em uma moto mais antiga. “Agora, estou precisando de uma que custa R$ 13 mil, que já dá para levar 20 galões”, revela.

Para encher os galões, o empresário viaja até a cidade vizinha, Senador Guiomard. O galão cheio é vendido a R$ 3,75 e, de acordo com Medeiros, o lucro com a venda de cada unidade é de cerca de R$ 1. A entrega é grátis. A estratégia, segundo ele, é atrair a clientela pelo bom preço e ganhar na quantidade.

GásNo dia 31 de março deste ano, o casal recebeu autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para entrar em um novo mercado, a distribuição de botijões gás em Rio Branco. Assim que foi autorizado, Medeiros conta que já começou a distribuir e já tem de 20 a 25 pedidos ao dia. A meta é chegar aos 40. “Foi outra benção que aconteceu para nós”, diz. Cada botijão sai a R$ 43 e, nesse caso, o lucro é de R$ 5 a R$ 6 com a venda unitária.

Como a demanda está crescendo em ritmo acelerado, Medeiros já pensa em contratar um ajudante. Outro objetivo, diz o empresário, é comprar um caminhão, “nem que seja pequeno”, para o transporte dos galões.

Enquanto o marido pensa na logística da distribuição, Gyglyanne cuida dos números. De acordo com ela, já são cerca de 400 clientes cadastrados, entre empresas e famílias. “A gente vende para o pobre e para o rico. Queremos conquistar todas as áreas e classes sociais”, diz.

Ela afirma que a intenção é montar uma segunda unidade da distribuidora, em outro distrito. “O empreendedor tem que ter visão. Ter visão e trabalhar. Porque se tiver só a visão ficar deitado, não acontece nada”, opina a empresária.

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terça-feira, 5 de julho de 2011

Sebrae formaliza 1.043 empreendedores no Rio Grande do Norte

Com a III Semana do Empreendedor Individual, o Sebrae-RN formaliza 1.040 empreendedores e atinge a marca de 18.513 cadastrados em todo o Estado. A meta era formalizar 600 trabalhadores nos seis dias de ação intensiva.

Da Redação

Para ter seu negócio legalizado e garantir benefícios previdenciários, 1.043 empreendedores se cadastraram num dos postos de atendimento do Sebrae-RN, na capital e no interior, durante a III Semana de Formalização do Programa Empreendedor Individual, realizada entre os dias 27 de Junho e 2 deste mês. A meta da semana, que era de 600 formalizações, foi superada. Os escritórios e postos de atendimento do Sebrae foram responsáveis pela formalização de 1.040 empreendedores, contribuindo para alcançar a marca de 18.513 Empreendedores Individuais em todo o Rio Grande do Norte.

Durante a semana de formalização foram realizados cerca de 3 mil atendimentos e 40 palestras e mini-cursos oferecidos pelos parceiros do Sebrae, como o Banco do Brasil, Bando do Nordeste, Caixa Econômica, OAB-RN, INSS, SESCON, Agência de Fomento (AGN), Ceape, Redecard e Itaú. No período foram realizadas 1.515 formalizações, sendo 1.040 realizadas pelo Sebrae e 475 realizadas através da Internet, no Portal do Empreendedor.

De acordo com o gerente da Unidade de Orientação Empresarial do Sebrae-RN, Edwin Aldrin, o Sebrae é responsável por cerca de 70% das formalizações que são realizadas no Rio Grande do Norte. Segundo o gerente, apesar da praticidade de se formalizar online, o ideal ainda é procurar o Sebrae mais próximo na hora de se formalizar. “Porque aqui nós damos todas as informações e orientações de como proceder com a declaração e o contador, por exemplo, além de oferecermos consultoria para ajudar a consolidar esses empreendimentos”, explica.

Um levantamento feito pelo Sebrae-RN revela que os setores que mais se formalizaram nos últimos meses foram comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (10%), cabeleireiro (7,6%), lanchonetes, casas de chá, sucos e similares (3%), minimercados e mercearias (2,8%) e bares e outros estabelecimentos (2,7%). O objetivo do Sebrae é dar continuidade ao atendimento aos empresários já formalizados com o Projeto Negócio a Negócio e com o programa de Soluções Básicas para Gestão e Fortalecimento dos Negócios (SEI), além dos produtos e serviços.

Para este ano a meta mobilizadora estabelecida pelo Sebrae Nacional foi de 6.500 empreendedores individuais até dezembro. Contudo, o Sebrae-RN já ultrapassou esta marca e está com 7.335 empreendedores formalizados. Ao todo foram mobilizados 80 colaboradores, entre funcionários, estagiários e parceiros do programa, o que facilitou a superação da meta em todo o Estado do Rio Grande do Norte.

Por: Angência SEBRAE de Notícias RN (www.rn.agenciasebrae.com.br)

terça-feira, 31 de maio de 2011

Empreendedor pesquisa e se adapta às necessidades do cliente

Luzinete da Silva agora quer abrir um escritório próprio e lançar um site para divulgar seus serviços de venda de livros didáticos.

Fausto Muniz

Para o empreendedor de hoje saber encontrar oportunidades de negócios é uma habilidade bastante exigida para o sucesso no mercado. Lidar com pessoas; controlar gastos; encontrar soluções; pensar no futuro. Tudo isso faz parte do trabalho do empresário que quer ser bem-sucedido em sua empreitada e busca desfrutar os ganhos de seus esforços. Essa lição, Luzinete da Silva conhece bastante. Moradora do bairro da Várzea, no Recife, ela trabalha com venda de livros didáticos, paradidáticos, além de outros de cunho pedagógico.

Seu ofício é ir às mais diversas escolas com as quais mantém contato, levando o material para professores, diretores e outros profissionais da área. Os livros abordam diferentes assuntos, inclusive gestão do ambiente escolar. Como Luzinete já conseguiu ganhar ampla experiência através do contato frequente com educadores, saber quais as publicações mais indicadas para a necessidade de cada um se tornou mais fácil e um diferencial na hora que ela se dirige às instituições.

“Antes mesmo de sair de casa, faço um planejamento prévio das necessidades que cada colégio possui e assim seleciono quais livros eu levarei. É uma maneira de direcionar o meu trabalho e mostrar meus diferenciais, seja no produto, seja no serviço”, explica. A clientela, segundo ela, já virou amiga e as suas visitas são aguardadas sempre com simpatia e interesse. “É essencial ter um bom relacionamento com os fregueses, criar um clima amigável, cordial e espontâneo, assim os negócios tendem a fluir com mais naturalidade. E o resultado não fica restrito apenas ao momento da venda, mas à fidelização, que se conquista com um bom serviço oferecido”, enfatiza.

Com o cadastro como Empreendedora Individual (EI), obtido em novembro do ano passado, a vendedora pode oferecer o pagamento com cartão de crédito e já planeja dar uma guinada na carreira com o primeiro empréstimo no banco. “Quero abrir meu próprio escritório para atender a freguesia com mais conforto, evitando que eu me desloque por tantos locais. Além disso, tenho também a meta de lançar um site onde todos possam conferir meus produtos e comprá-los diretamente”, adianta.

Serviço:
SEBRAE/PE (http://www.pe.sebrae.com.br/)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Empreendedores têm só até terça (31) para enviar declaração

Em todo o país, 219 mil trabalhadores ainda não prestaram contas à Receita Federal.

Mariana Flores

Brasília - Termina na próxima terça-feira (31) o prazo para os empreendedores individuais entregarem à Receita Federal a Declaração Anual do Simples Nacional - Microempreendedor Individual (DASN SIMEI) referente a 2010. Ao contrário do que foi divulgado pelo órgão na semana passada, 219 mil ainda não enviaram o documento, o equivalente a 72,8% do total – o percentual informado anteriormente era de 80%. Até o momento, 589.896 empreendedores já prestaram contas ao governo federal.

Quem não entregar no prazo paga multa de 2% sobre o valor declarado, com valor mínimo de R$ 50, e fica impossibilitado de emitir nota fiscal.

Os estados onde a entrega está mais lenta são Amazonas e Rio de Janeiro. Neles 45% e 44% dos empreendedores, respectivamente, ainda não declararam. Os mais pontuais foram os moradores de Santa Catarina e Paraná. Apenas 14% e 15% ainda não cumpriram a obrigação.

Os empreendedores individuais estão isentos do pagamento do imposto de renda, mas precisam prestar contas ao governo para continuar usufruindo dos benefícios oferecidos pelo programa, como cobertura previdenciária e possibilidade de participação em licitações públicas.

O empresário deve fazer a declaração na página da Receita na internet. Quem tiver dúvidas pode obter ajuda com o Sebrae em seu estado ou pela central de atendimento (0800 570 0800). Os empreendedores podem ainda procurar um escritório de contabilidade cadastrado pela Receita Federal e que oferece o auxílio gratuitamente. A lista completa dos escritórios por unidade da federação pode ser encontrada no site da Fenacon.

Empreendedor individual é o mecanismo jurídico criado pela Lei Complementar 128/08, que permite a formalização de trabalhadores por conta própria. Podem se enquadrar os trabalhadores que tenham auferido receita bruta de até R$ 36 mil no ano anterior e que sejam optantes do Simples Nacional.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias

Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
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terça-feira, 24 de maio de 2011

Natal será primeira cidade-sede a debater negócios da Copa


Primeiro Seminário Sebrae de Negócios percorrerá as 12 cidades brasileiras que vão sediar o maior evento de futebol do mundo.



Vanessa brito


Brasília - Começa, no final do mês, importante etapa do processo de preparação das micro e pequenas empresas (MPE), para a Copa 2014. No dia 31, o Sebrae iniciará o circuito do Seminário Sebrae de Negócios – Oportunidades Copa 2014 em Natal (RN), baseado no mapeamento feito em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ) nas 12 cidades-sede. Esse evento vai ocorrer em todas elas, nos próximos meses. Quinhentos empresários e empreendedores são aguardados no seminário da capital potiguar, que será realizado no Olimpo Recepções.


Entre as demandas levantadas em Natal, que podem significar aumento de faturamento das MPE o Mapeamento de Oportunidades Sebrae/FGV da Copa 2014 apontou que o setor da construção civil está precisando de fornecedores de alimentação para os canteiros de obras e reformas em geral. Outra demanda detectada foi em relação à necessidade dos meios de hospedagem por serviços de lavanderia industrial.


Grupos focais

Pesquisas baseadas na metodologia denominada Grupos Focais estão sendo aplicadas nas 12 cidades-sede, antes da realização do Seminário de Negócios – Oportunidades Copa 2014. Esses grupos são constituídos por empresários, especialistas, acadêmicos, entidades representativas, entre outros, que analisam os resultados do Mapeamento de Oportunidades Sebrae/FGV no contexto local. No momento, essa pesquisa está sendo realizada em Curitiba e Manaus. Nas demais cidades já foi aplicada.


O Sebrae no Rio Grande do Norte está enviando convites para empresários dos projetos e ações da instituição para participarem do seminário. Interessados podem obter informações e fazer inscrição gratuitamente por meio da Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800. " O seminário será o primeiro momento de aproximação entre potenciais empresas demandantes e ofertantes “, explica Larissa Natário, analista da unidade de atendimento coletivo serviços (Uacs) do Sebrae.


Serviço:
Agência Sebrae de Notícias
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Serviço permite criar lojas no Facebook

A Like Store quer atrair empresas de portes variados interessadas em vender seus produtos e serviços no Facebook.


A Like Store vai prestar serviços a empresas que querem montar lojas no Facebook
São Paulo - Criar lojas virtuais dentro das páginas do Facebook. O serviço não é novidade, mas é o que oferece a LikeStore, empresa que começa a explorar o segmento de comércio social no Brasil.

Inicialmente, a empresa vai operar apenas com parceiros estratégicos. Porém, o serviço deve ser ofertado a todos os usuários, dono de médios e pequenos negócios, em breve. “Já estamos em negociação com outras empresas interessadas em ter o seu F-Commerce, como chamamos esse tipo de loja. Agora é o momento para criar parcerias com marcas estratégicas para acostumar o brasileiro à ideia de comprar dentro de uma rede social”, explica Gabriel Borges, diretor da LikeStore e idealizador do serviço.

A primeira empresa a explorar o serviço é a Show de Ingressos, que vai comercializar os ingressos para o show do cantor Jack Johnson, em Recife. A compra funciona da seguinte forma: após acessar a página no Facebook, o usuário seleciona os itens. O pagamento pode ser feito por meio de cartão de crédito ou transferência bancária. As transferências serão realizadas por meio de um widget especial desenvolvido para a aplicação, o Moip.

Segundo Borges, em breve, todos os usuários do Facebook poderão transformar suas fan pages em uma vitrine de produtos, adicionando imagens e descrições de seus produtos. Ao fazer a adição de um item, automaticamente o serviço enviará uma mensagem ao seu mural, notificando a lista de amigos.

Em seguida, qualquer pessoa, contato ou não, poderá acessar a parte do perfil que foi transformada em e-commerce, escolher o que interessa e, sem sair da rede, realizar a compra. Segundo relatório divulgado pela comScore em março, a rede social criada por Mark Zuckerberg possui 17,9 milhões de visitantes únicos no Brasil, contra 32,4 milhões do Orkut, a rede rival do Google. O e-commerce deve movimentar 14,8 bilhões de reais no país em 2011, segundo a eBit.

Por: Vinicius Aguiari - Info On Line

quarta-feira, 18 de maio de 2011

10 coisas que fazem as mulheres comprarem mais pela Internet

Há alguns anos atrás as mulheres passaram os homens em participação nas compras pela Internet brasileira. Junto com isso, veio o crescimento acentuado das categorias moda e acessórios, beleza e saúde. O tíquete médio dos homens é mais alto, uma vez que compram mais produtos eletrônicos e informática. Mas as mulheres compram mais quantidades e uma vez fidelizadas pela marca, tornam-se evangelistas da mesma.

Quando surgiu a idéia de escrever esse artigo, veio junto o receio de parecer “machista” ou ganhar outros adjetivos desagradáveis. Então convidei minha amiga Solange, a Ecommerce Girl, especialista em comércio eletrônico, para fazermos a quatro mãos. O resultado está aí. Não tivemos a pretensão de querer entender as mulheres, é só uma lista com dicas baseadas em nossa experiência adquirida ao longo de mais dez anos nos bastidores do e-commerce e de três anos ensinando e ouvindo lojas virtuais nos cursos de ecommerce da Ecommerce School. Vamos lá:

1. Não venda produtos, venda sonhos:
mulheres são apaixonadas e sonhadoras por natureza. A roupa do personagem da novela ou do filme, aquilo que “está na moda” ou que “está todo mundo usando” devem estar na vitrine da loja virtual que quer agradar esse público. Como descobrir isso? Ninguém mais antenado do que os jornalistas. Vá até uma banca de jornal e dedique algum tempo lendo as manchetes de revistas femininas e de variedades. São elas que ditam tendências e mostram o que está em alta.

2. A Paixão: Algumas categorias se destacam no gosto feminino. Despertam verdadeira paixão. Mulheres amam sapatos e bolsas. Também compram online artigos de beleza e saúde. Se olharem e amarem…nada vai impedi-las de comprar. O produto em si é importante, mas boas imagens e descrições ajudam a despertar paixão. Mostre detalhes dos produtos, uma fivela dourada ou um
pequeno laço vermelho fazem toda diferença. Explore o zoom. Publique depoimentos de outras consumidoras apaixonadas. Descreva aromas e texturas com sentimentos.

3. O inacessível: Inclua em seu mix de produtos coisas que normalmente não são encontradas nas lojas tradicionais, artigos importados, grifes e novidades que não são muito fáceis de comprar. A Victoria Secrets, que é de difícil acesso no Brasil, por exemplo. A mulher vai na loja física e lá eles fazem um cartãozinho com as medidas dela, calcinha e soutien… depois é só comprar pela numeração do cartão pela loja virtual. Algumas maquiagens de grife, também são de difícil acesso no Brasil. É um desafio que
deve ser feito a quatro mãos: você e seu fornecedor. Por isso é importante manter bom relacionamento e amizade com esses fornecedores, são eles que vão lhe ajudar num bom mix de produtos e…na sua margem de lucros!

4. Novidades: O inconsciente coletivo feminino é diferente do masculino, “elas” sabem o que é “new”, que quase ninguém tem, “então eu quero ter”. A Internet é o lugar perfeito para isso. Um ótimo lugar pra tirar idéias: a banca de jornal, de novo. Navegue em sites e portais femininos, acompanhe atentamente o que elas dizem nas redes sociais e fóruns. Assim como na vida real, seja um ouvinte atencioso ao que as mulheres estão dizendo.

5. Use e abuse de promoções: poucas mulheres resistem ao: “Era 100,00 agora (só para vc…) por R$ 25,00″. Dizem as más línguas que “um homem é capaz de pagar o dobro do preço por uma coisa que ele precisa e uma mulher é capaz de comprar uma coisa que ela não precisa se está pela metade do preço”. Brincadeiras, a parte, habilite ferramentas de marketing viral e redes sociais para elas compartilharem as “barganhas” com as amigas.

6. Crie combos: explore ofertas do tipo “compre um e leve dois”. É uma das melhores jogadas para quem vende produtos femininos… mulheres adoram ser prestigiadas. Se elas sentirem que por comprar algo, levam outra coisa de graça… Vão comprar!

7. O Indispensável: toda mulher precisa de um “esfoliador multitasksuperx”(!??). Sabem que não é indispensável, mas a frase – VOCÊ PRECISA TER UM…toca fundo no “eu” consumista feminino. Misture esse ponto com os itens 5 e 6 dessa lista e você terá uma receita infalível.

8. Venda praticidade: busque produtos que facilitem a vida. Mais uma vez é importante o uso de boas imagens e descrições mostrando o “como usar”, “como fazer”. De novo: depoimentos de outras consumidoras satisfeitas influenciam na decisão. Elas irão comprar.

9. Facilidade de pagamento: é possível pagar facinho? Em várias vezes no cartão? Sem ter que por a mão na carteira ? Ela compra! Sem culpa! Lembre-se que as classes C e D estão presentes com força no e-commerce brasileiro. Esse público não olha pro preço à vista, elas olham para o valor da parcela. Algumas lojas já parcelam em boletos e cheques. É um risco, mas em qual retorno alto não há riscos?

10. Rapidez: os sites que querem vender (muuuitos) produtos femininos precisam seguir essa dica: poucos cliques para fechar a compra…porque se a compra se estender…ela abandona o carrinho! A rapidez de fechar a compra é o que faz a mulher finalizar o processo. Você já fez um teste de usabilidade em sua loja virtual? Convide sua avó, tia, priminha, enfim, diferentes perfis de internet users, dê um vale compras pra elas e peça para comprarem algo em sua loja enquanto você observa. Esteja atento à principais barreiras encontradas. Faça testes A/B.

Há empresas que vendem pesquisas de comportamento de compras detalhadas e específicas por sexo, idade e classe social. Claro que há muitos outros fatores psico-sociais envolvidos no ciclo de compra, mas o que pretendemos aqui foi dar alguns toques para que as lojas virtuais que atendem esse tipo de público, melhorem seus serviços e…seu faturamento, claro. Deixando as clientes satisfeitas, fica bom pros dois!


Mauricio Salvador é Mestre em Comunicação e Administração, tem MBA em Gestão e Estratégias em Negócios, foi Executivo de Contas pelo Yahoo! Brasil e Diretor de Marketing e Vendas para América Latina na e-bit, empresa de informações de comércio eletrônico do Grupo BuscaPé, atendendo clientes como Claro, Pernambucanas, Wal-Mart, Saraiva, Polishop, Ponto Frio e MasterCard, entre outros. Lecionou na Universidade da California – Berkeley e estruturou os departamentos de E-commerce e Online Marketing de uma Start-up em São Francisco. Atualmente é professor em cursos de MBA de três faculdade (FIA, Anhembi Morumbi e Impacta), autor do Livro Como Abrir uma Loja Virtual de Sucesso, coordenador da Ecommerce School e CEO da iHouse Consultoria em Ecommerce. Siga no Twitter.com

Solange Oliveira é Especialista em E-commerce, trabalha em tecnologia há 20 anos e já dirigiu os melhores e maiores e-commerces da América Latina. É mais conhecida como E-commerce Girl tendo mais de 3.000 seguidores no Twitter, escreve um blog de sucesso que foi premiado como um dos 100 melhores blogs brasileiros em Tecnologia. Trabalha em sociedade com a Class eCommerce Mídia na produção e consultoria de imagens de produtos para e-commerce. Em 2009 publicou o Livro: “De camelô a joalheiro todos podem vender on-line” pela Editora Gudrum. Atualmente é Vice Presidente da DataG Technologies e professora de cursos de ecommerce na Ecommerce School.


Fonte: Micro e Pequenas Empresas (www.microepequenasempresas.com.br)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Copa abre 215 oportunidades de negócios ligadas ao turismo

Das 448 oportunidades já identificadas no Rio Grande do Norte, 98 estão ligadas diretamente ao turismo e outras 117 possibilidades no segmento de produção associada ao turismo. O mapeamento, feito pela FGV, faz parte do projeto Sebrae na Copa, que será lançando em Natal no dia 31.

Cleonildo Mello

A realização da Copa de 2014 no Rio Grande do Norte abrirá 98 diferentes oportunidades para quem deseja empreender no segmento turístico. O dado vem do mapeamento feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) para o projeto Sebrae na Copa, que será lançado em Natal no dia 31 pelo diretor-presidente do Sebrae, Luiz Barreto. Pelo levantamento, até agora foram identificadas 448 oportunidades, que envolvem 117 possibilidades de negócios também no setor de produção associada ao turismo, como é o caso do artesanato. Juntos, esses dois setores devem gerar 215 oportunidades para quem deseja apostar nesse ramo.

As informações foram repassadas pelo diretor superintendente do Sebrae no Rio Grande do Norte, José Ferreira de Melo Neto, na tarde desta quarta-feira (11), durante a segunda edição do Fórum de Turismo do Rio Grande do Norte. O evento reuniu as principais lideranças do trade turístico potiguar para debater sobre os principais desafios do segmento. O superintendente proferiu palestra sobre a atuação do Sistema S no turismo do Estado e destacou as ações realizadas pelas instituições que compõem o sistema em prol do turismo.

A mundial de futebol foi uma das abordagens de José Ferreira em função do projeto Sebrae na Copa. A instituição espera investir em todo o país cerca de R$ 79,3 milhões até 2013 na geração de negócios, capacitação e desenvolvimento empresarial com foco no campeonato. De acordo com o superintendente, as ações do projeto estarão centradas na identificação de oportunidades, disseminação de informações, qualificação de requisitos inovadores, encontros de negócios, consultorias, treinamentos e ações de acesso a mercados. O alvo principal desse projeto são micro e pequenas empresas.

“Estaremos lançando oficialmente o projeto no Rio Grande do Norte junto com a governadora Rosalba Ciarlini e o presidente do Sebrae, Luiz Barreto, em grande evento no dia 31”, anunciou José Ferreira. Ele adiantou que estão sendo planejadas ações direcionadas também aos segmentos do varejo e da construção civil. “Queremos incluir pequenos prestadores de serviços na construção do estádio Arena das Dunas”.

AÇÕES
Ele também destacou os projetos e ações do Sebrae que contribuem com o desenvolvimento do setor. Um deles é o Selo Turismo Melhor, uma outorga de qualidade concedida a empresas que passam por uma criteriosa avaliação de indicadores de qualidade. São parâmentos que incluem desde a sustentabilidade até as boas práticas.

“Temos 40 empresas participando dessa iniciativa neste ano e queremos ampliar esse número no próximo ano”, destacou. Ele ressaltou os resultados alcançados com o Roteiro do Seridó, uma ação do projeto Território Seridó. “Depois da intervenção do Sebrae, o número de leitos na região ampliou, assim como a qualidade dos restaurantes daquela área. Hoje, já temos no Seridó empresas fazendo receptivo, o que era impensável há alguns anos. É um bom exemplo de roteiro que tem dado resultado e, por isso, é um caso de sucesso nosso [do Estado]”, argumentou o superintendente do Sebrae-RN.

Durante a palestra, o executivo também falou sobre as perspectivas do setor para este ano. De acordo com pesquisa do Conselho Mundial de Viagem e Turismo (WTTC), ass atividades turísticas, como hotéis, agências de viagens e companhias aéreas, terão um impacto direto da ordem de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil em 2011, o que representa uma cifra de R$ 129,6 bilhões. Se incluídas outras atividades que têm reflexos no turismo, como infraestrutura e outros serviços, o percentual é 9,5% do PIB – R$ 356,7 bilhões.

Segundo o superintende do Sebrae-RN, a previsão de faturamento das empresas envolvidas na setor para este ano será de R$ 4,7 bilhões. Receita gerada por empresas do segmento. Pelos cálculos do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e similares do RN (SHRBS), no Rio Grande do Norte, são cerca de 7 mil estabelecimentos formais ligados diretamente à atividade turística.

Por: Agência SEBRAE/RN de Notícias (www.rn.agenciasebrae.com.br)