domingo, 10 de janeiro de 2010

A publicidade já bate bola

Patrocinadores e anunciantes de todo o País já começam a associar seus produtos ao maior campeonato de futebol do mundo. Pegando carona na fama do futebol nacional, os publicitários apostam em todas as mídias para despertar desde já o torcedor e também o consumidor brasileiro

Por: André Teixeira

A poucos meses do início da Copa do Mundo na África do Sul, materiais publicitários relacionados ao evento futebolístico já começam a entrar em campo nos meios de comunicação. A grandiosidade do campeonato diversifica o trabalho das agências publicitárias, que pretendem atingir setores diversos e usar todas as mídias possíveis.

Passado o Natal e o réveillon, as agências publicitárias começam a ter maior demanda de campanhas para a Copa. As propagandas pegam carona na notoriedade do campeonato mundial e a qualidade do futebol nacional, cuja seleção é a única com cinco títulos de campeão. Também citam frequentemente o "espírito guerreiro`` do brasileiro. A cerveja Brahma, por exemplo, em propaganda vinculada na TV, apresenta os jogadores da seleção brasileira como guerreiros e a partida de futebol, como batalha.

Já a concessionária de automóveis Ceará Motor optou pelo anúncio em jornal impresso que diz ao cliente para "sair bem na passeata do hexa, com um veículo Volkswagen".

A Íntegra Comunicação, de Fortaleza, também vem sugerindo a seus clientes associar o material publicitário ao campeonato de futebol. Segundo a responsável pela mídia da agência, Rubênia Rocha, 80% do material produzido pela empresa já faz alusão à Copa. Ela tem apostado em calendários com data dos jogos e brindes para sorteio.

O redator da Promossel, Mário Ribeiro, diz que sua agência alcança clientes de várias áreas, principalmente o varejo automotivo. A estratégia é utilizar mídias diversas, como TV, jornal impresso, rádio, Internet, anúncios temáticos, panfletagem e até campanhas completas.

A Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) proíbe referências a marcas da Copa do Mundo em peças publicitárias & exceto para patrocinadores oficiais. Mas a grandiosidade do evento diversifica a forma de inserção de agências do ramo, driblando as normas da federação.

2014
Algumas campanhas publicitárias já citam também a Copa de 2014, na qual Fortaleza será uma das 12 cidades brasileiras subsedes. A visibilidade mundial do evento é uma oportunidade de mostrar material publicitário para o mundo todo.

A Radash Marketing Criativo, em parceria com agências internacionais de notícia, desenvolve para 2011 o site Ceará na Copa. Além de notícias relativas aos jogos sediados em Fortaleza, o portal vai ofertar informações voltadas aos visitantes, como serviço de hospedagem e turismo. ``A ideia é ser um canal catalisador entre o evento e os turistas``, diz o diretor da agência, Fernando Fridschtein.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Livro usado pode sair até 60% mais em conta

É desnecessário o desembolso, em alguns casos. Basta ter sorte e conseguir trocar todos os livros de casa por outros

O preço continua sendo o maior estímulo para centenas de pais de alunos que preferem livros usados a novos neste período do ano que antecede o início das aulas. Na Praça dos Leões, no Centro de Fortaleza, é possível encontrar uma diferença de até 60% em determinado exemplar em relação ao mesmo livro novo nas livrarias. Em alguns casos, com um pouco de sorte, até o desembolso pode ser desnecessário. Para conseguir isso, basta levar os livros encostados em casa, que foram utilizados em 2009, e trocá-los por outros da lista atual, necessários para este novo ano letivo.

Depois da passagem do Natal e Réveillon, a "feira de troca-troca dos livros" no local começou a ficar mais aquecida. "Acabei comprando na Praça dos Leões livros seminovos e em bom estado por menos da metade do preço praticado pelas livrarias", diz o consumidor Paulo Sérgio.

"O movimento está bom, mas daqui para o fim do mês deve ficar cinco vezes maior", explica o livreiro Sérgio Augusto, que trabalha com livros a partir do 6º ano. Já para Gorete Lopes, livreira que trabalha ao lado de Sérgio, o movimento poderia estar bem melhor.

Conforme Gorete, um livro passa, em média, entre três e cinco anos sem renovar a edição. Porém, para 2010, as editoras modificaram uma grande quantidade de itens. "Acredito que isso esteja dificultando um pouco. A procura está cerca de 30% mais fraca do que a do ano passado. Mesmo assim, acho que o faturamento vai ser bom e deve igualar o de 2009", analisa a comerciante, que trabalha, exclusivamente, com exemplares do ensino fundamental.

De acordo com a Associação dos Defensores dos Livros (ADL), entidade que representa os comerciantes, o mercado vai continuar aquecido entre os dias 10 de janeiro e 10 de fevereiro. "Neste período, há dias que passam por aqui cerca de 10 mil pessoas. Principalmente, na sexta-feira e sábado. Só depois do Carnaval, as vendas começam a diminuir", informa Hozano Lopes, presidente da ADL.

Ele revela que, nos últimos quatro anos, houve uma diminuição no número de associados, apesar do bom retorno financeiro do negócio. "Éramos mais de 100 livreiros. Atualmente, restam 60. Boa parte não está na feira, mas continua perto dela, alugando boxes em prédios comerciais em frente à praça", confirma Hozano.

Ponto alternativo

Há pelo menos três prédios em frente à Praça dos Leões, onde os proprietários reorganizaram o espaço para abrigar 15 boxes cada, com intuito de servir como ponto alternativo paras as vendas. A novidade, nesse caso, é que não são apenas livros usados o principal foco das negociações. Exemplares novos e até material de papelaria podem ser encontrados nesses locais.

"Algumas editoras repassam para gente as novidades", declara a livreira Evaneide Machado, que não se arrepende de ter saído da calçada da Praça dos Leões. A comerciante alugou um ponto dentro da Livraria do Contador, pioneira nessa ação e se diz satisfeita com o resultado.

Segundo ela, muitos preferem procurar os boxes por ser um lugar fixo. "As pessoas sentem mais segurança", afirma.

"No primeiro momento, o espaço era só para guardar os produtos. Servia como estoque mesmo. Mas, tinha o problema de ter de estar em dois lugares ao mesmo tempo. Resolvi trabalhar aqui dentro e deu certo", declara Evaneide.

Enquete

Preço bom

FERDINAND COSTA
Comerciante
53 anos
A MAIORIA das vezes a diferença de valor é de mais de 50%. No ano passado, comprei um livro por R$ 25 e na loja era R$ 60

CARLOS ANDRÉ
Músico
35 anos
COMPRO aqui 90% dos livros dos meus filhos. É mais fácil e a gente fica mais à vontade. Além disso, a economia pesa bastante

Por: ILO SANTIAGO JR.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Pequenos investem em ideias simples

A simplicidade pode ser uma aliada para a inovação das micros e pequenas empresas

Por: Carlos Henrique Coelho

Se colocarmos uma costureira de costas para a outra elas vão conversar menos e render mais no trabalho``. A definição, curta e simples, é da gestora estadual do Projeto de Agentes Locais de Inovação (Ali), formatado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Ceará (Sebrae-CE), Edda Cunha. É bem por aí mesmo que o sistema de inovação acontece dentro das empresas de menor porte. ``A compreensão é difícil, mas a ação é fácil e fazemos isto todos os dias``, resume Cunha.

Segundo a gestora, cerca de mil micros e pequenas empresas do Estado serão capacitadas com o objetivo de promover a inovação. A ação é uma parceria com a Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap) e terá investimento inicial de R$ 3 milhões. ``Inovar é promover qualquer valor agregado``, diz.

Interiorização

O superintendente do Sebrae-CE, Carlos Cruz, considera importante a interiorização da economia cearense. Ele afirma que o novo programa tem por objetivo também resolver algumas desigualdades locais. ``A inovação precisa chegar às pessoas em âmbito local, regional e nacional``, avalia Carlos Cruz.

Existe também a preocupação de estimular e promover a importância da inovação para a competitividade. ``O Sebrae tem projetos de gestão e tecnologia. Queremos fazer com que os empresários entendam o que é inovar``, define Edda Cunha.

Para atender aos pequenos empresários do Ceará, vinte agentes foram submetidos a 198 horas de capacitação. Neste primeiro momento, o objetivo do Sebrae-CE é chegar aos empreendedores da Região Metropolitana de Fortaleza, na área de confecção, do Vale do Jaguaribe e Sertão Central com laticínios, e a indústria de calçados do Cariri.

A Região Metropolitana de Fortaleza representa 65% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. Segundo Carlos Cruz, os Agentes Locais de Inovação deverão ser uma ponte para que os negócios se desenvolvam também no Interior. ``O papel dos agentes será o de estabelecer a conexão entre as empresas assistidas pelo projeto e instituições de ciência e tecnologia e assim aumentar a competitividade da empresas``, analisa.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Instruções sobre uso correto de cheques

Os cheques preenchidos em 2009 têm validade de até seis meses após a assinatura, por isso, dependendo da data, ainda podem ser apresentados nos bancos em 2010

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) distribuiu comunicado alertando o público sobre a importância de respeitar a sequência numérica dos cheques, na hora de preenchê-los para efetuar pagamentos.

Outra recomendação da entidade é que o correntista evite “consertar” erros no preenchimento do cheque, pois a rasura o torna inválido. Segundo a instituição, esse cuidado evitará as devoluções, facilitando o dia a dia dos clientes.

Os cheques preenchidos em 2009 têm validade de até seis meses após a assinatura, por isso, dependendo da data, ainda podem ser apresentados nos bancos em 2010. Ainda são válidos os cheques que tiverem sido preenchidos a partir de 5 de julho de 2009.

O uso cada vez maior de meios eletrônicos de pagamento, como os cartões de débito, de crédito, as transferências eletrônicas e os documentos de crédito vem reduzindo a cada ano o número de cheques compensados na rede bancária, segundo a Febraban.

O volume de compensação caiu de 2,6 milhões cheques em 2000 para 1,4 milhão em 2008. A Febraban ainda não dispõe do número de documentos compensados em 2009, mas estima que também caiu em relação a 2008.

Os bancos fornecem aos clientes um determinado número de cheques por mês, sem custo adicional, dentro de sua cesta de serviços. A cobrança sobre as folhas extras ou de cheques administrativos "depende do custo medido de cada banco e de critérios ligados ao relacionamento com o cliente", diz a nota da Febraban.

Fonte: Jornal O Povo

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Internet apresenta preços melhores e dificuldades de entrega

Com as listas cada vez maiores para o ano letivo de 2010, pais e responsáveis procuram pesquisar ao máximo os preços dos livros e a Internet pode ser uma parceira nesta função

Por: Carlos Henrique Coelho

Pais e responsáveis estão preocupados com o tamanho (e o preço) das listas de livros anunciadas pelas escolas. A média de publicações exigida fica entre 20 e 30 volumes por estudante. Entre eles, muitas edições revisadas e paradidáticas. Nesta hora, a Internet pode ser uma boa aliada.

Comparando os preços entre os livros adquiridos via Web e os comprados no balcão das livrarias, a Internet se mostra mais em conta. Em um rápido comparativo é possível perceber as diferenças de valores inclusive na própria rede mundial de computadores. Porém, o prazo de entrega ainda é o vilão da net.

Um bom exemplo é o da dona de casa Flávia de Souza. ``Ano passado comprei em uma loja virtual e os livros só chegaram quando meu filho estava com quinze dias de aula``, afirmou.

Contudo, em relação aos preços, a Internet garante economia. A edição do clássico ``O Pequeno Príncipe``, livro paradidático que compõe listas de vários colégios, tem, por exemplo, variação de preços de R$ 19,80 a R$ 31,90 na Web. Já nas livrarias do Centro da Cidade o título sai por R$ 32 a R$ 35.

De acordo com a gerente da Livraria Atual, Germana Marques, a Internet já é uma ameaça. ``Sentimos sim que a web é uma concorrência crescente. Assim como as próprias escolas que abrem lojas internas``, comentou.

A comerciante Elzani Ferreira tem um casal de filhos. um no Ensino Infantil e outro na 2ª série do Ensino Fundamental.

Já comprou seis livros e espera gastar cerca de R$ 2 mil no final da jornada. Ela também evita a Internet por conta da demora da entrega. ``Comprar na rua é mais rápido e considero mais seguro também``, acredita.

Didáticos
Entre os livros didáticos, o ``Tópicos de Física 1 (Ed. Saraiva)``, volume bastante pedido pelas escolas, nos sites da própria ``Saraiva`` e da ``Livraria da Física`` sai por R$ 104. Na ``Galileu``, o preço fica em R$ 104,90. No ``Submarino`` por R$ 98,90 e na ``BestBooks`` por R$ 91,74. Nas livrarias tradicionais, a média ficou em R$ 113.

Um dos campeões nas listas escolares, o minidicionário Houaiss também não foge das diferenças de preço. A livraria virtual ``Cia dos Livros``, cobra R$ 22,90 pelo exemplar e a ``Cultura`` vende por R$ 36.

É importante ressaltar que os valores de frete e outros impostos podem ou não estar embutidos nos preços divulgados. Antes de comprar é recomendável ler atentamente as regras dos sites.

Dor de cabeça para muitos alunos, a matemática também é complicada para os pais na hora da compra do material escolar. O livro ``Matemática Fazendo a Diferença`` (Ed.FTD), utilizado por estudantes da 6ª série, a variação faz uma diferença e tanto.

Na ``Americanas.com`` o livro custa R$ 119,90. Na ``Siciliano`` e no site da FTD, o valor é de R$ 89,10.

No ``Submarino`` sai por R$ 80,80 e, para quem quer economizar mesmo, no ``Mercado Livre`` o livro usado é vendido por R$ 34,99.



VARIAÇÃO DOS PREÇOS DOS LIVROS NA INTERNET

> O Pequeno Príncipe (Ed. Agir) R$
Comprajato.com 25,04
Nilobook 26,66
Melhoramentos 26,16
Galileu 31,90
Cia dos Livros 31,90
Livraria da Travessa 31,90
Saraiva 19,80

> Minidicionário Houaiss R$
Bestbooks 34,92
Melhoramentos 29,52
Galileu 36,00
Cia dos Livros 22,90
Fnac 27,20
Livraria da Travessa 28,44
Saraiva 29,90
Submarino 29,90
Americanas.com 34,90

> Matemática Fazendo a Diferença

(Ed. FTD) R$
BestBooks 89,92
Melhoramentos 88,07
Galileu 92,70
Cia dos Livros 92,70
Submarino 80,80
Americanas.com 119,90

> Viagens de Gulliver R$
Melhoramentos 33,20
Galileu 41,50
Cia dos Livros 30,92
Fnac 35,92
Livraria da Travessa 32,79
Submarino 31,90
Americanos.com 34,90

FONTE: OPOVO

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Fazer tudo ao mesmo tempo é ineficiente

Novos estudos apontam os limites e os riscos para as empresas da busca pelo profissional multitarefa

Por Flávio de Carvalho Serpa

Em muitos escritórios modernos, a suposta capacidade de realizar várias tarefas simultâneas é vista como uma habilidade fundamental, um sinal de eficiência dos funcionários. Auxiliados – e pressionados – por múltiplos canais de comunicação, os profissionais devem ser capazes de responder a multidemandas o tempo todo. Mas, há algum tempo, neurocientistas e psicólogos debatem se realmente existem pessoas capazes de realizar várias tarefas ao mesmo tempo de forma eficiente. Mais: está aumentando também a discussão sobre as consequências dos ambientes profissionais em que a realização de muitas tarefas simultâneas é parte da rotina.

Em um trabalho recente, um trio de pesquisadores da Universidade de Stanford resolveu verificar se pessoas acostumadas com multitarefas são realmente mais eficientes. Os testes envolveram 100 alunos. Metade do grupo foi recrutada entre estudantes notoriamente acostumados a realizar tarefas simultâneas, enquanto a outra metade era de pessoas habituadas a realizar uma coisa por vez. “Procuramos no que [os primeiros] eram melhores, e não achamos nada”, diz Eyal Ophir, coordenador do estudo. Ao contrário, conta ele. O que os testes revelaram: os do primeiro grupo não eram melhores para filtrar informações irrelevantes ou organizar suas memórias e, na verdade, tinham mais dificuldade de se concentrar quando tinham de pular de uma atividade para outra.

O resultado do trabalho se soma ao de vários outros que apontam para problemas com a ideia das multitarefas. Um estudo da Universidade da Califórnia, por exemplo, afirma que interrupções dos trabalhadores podem custar até 25 minutos de produtividade – o tempo médio que a pessoa leva para estabelecer o mesmo nível de atenção anterior à distração. Segundo uma estimativa feita pela Basex, consultoria de pesquisa, o ambiente multitarefas estaria gerando perdas de produtividade da ordem de US$ 650 bilhões por ano apenas nos Estados Unidos. Tais perdas estariam vinculadas ao agravamento de antigos problemas, como a dispersão, a hiperatividade e a procrastinação.

Uma pessoa pode levar até 25 minutos para retomar o foco
em uma tarefa depois de se distrair

Embora seja difícil estabelecer uma relação inequívoca, para alguns especialistas, ao aumentar os problemas de déficit de atenção os ambientes multitarefas também estariam impulsionando o uso de medicamentos para combater essa condição. Prescrito normalmente para crianças diagnosticadas com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), o uso do remédio Ritalina seria um sinal de que cada vez mais adultos estariam sofrendo com o problema. “Somente entre 2002 e 2006 a produção brasileira de metilfenidato [Ritalina] cresceu 465%”, afirma a doutoranda Cláudia Itaborahy, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em levantamento concluído neste ano. De acordo com o mais recente relatório da ONU sobre produção e consumo desse tipo de medicamento, sua produção mundial passou de 2,8 toneladas em 1990 para quase 38 toneladas em 2006. Isto se deve, segundo o relatório, não somente à vinculação com o diagnóstico do déficit de atenção e hiperatividade entre crianças mas, principalmente, ao consumo por aqueles que sentem dificuldades de se concentrar no trabalho, profissionais adultos vítimas da dispersão e da procrastinação.

No meio acadêmico, o uso de Ritalina tornou-se tão amplo e aberto em alguns países que pesquisadores de importantes universidades americanas e britânicas assinaram, no fim do ano passado, uma espécie de manifesto pedindo sua eventual liberação. “Propomos ações que vão ajudar a sociedade a aceitar os benefícios do aprimoramento [do desempenho mental], dadas condições apropriadas de pesquisa e regulamentação”, diz o grupo de cientistas. Entre os argumentos usados para sustentar o pedido está a indicação de que a Ritalina não teria efeitos colaterais importantes conhecidos e já é amplamente usada por crianças.

Mas a ideia da liberação do medicamento tem gerado uma grande polêmica, especialmente quando se leva em consideração que a transformação do ambiente de trabalho seria um dos motivos por trás do aumento da falta de atenção. Se ficar provado que a pressão das multitarefas está provocando a perda de atenção e produtividade, será que tomar medicamentos seria a melhor maneira de combater o problema? Se as drogas forem liberadas, todos teremos de usá-las para não perder competitividade? Do ponto de vista das empresas, há pouco incentivo para controlar o uso da Ritalina, afinal ela tenderia apenas a melhorar o desempenho dos trabalhadores. No entanto, não dar atenção à questão das multitarefas pode custar mais caro do que se imagina.

TDAH – Distúrbio de atenção identificado pela primeira vez nos anos 60. Entre os principais sintomas estão, além da falta de concentração, a impulsividade e a inquietação. Segundo a OMS, ele afeta atualmente pelo menos 3 milhões de brasileiros

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Especialistas apontam dez práticas que podem destruir um pequeno negócio

Cuidados com recursos humanos e segurança são fundamentais.
Tratamento do cliente e compras de produtos devem ser bem pensados

Por: Paula Leite. Do G1, em São Paulo

O empreendedor que começa seu negócio normalmente espera problemas, como os entraves burocráticos e as dificuldades financeiras dos primeiros meses. Mas o pequeno empresário corre outros riscos, muitas vezes não tão óbvios. O G1 perguntou a especialistas quais as situações a que o empreendedor deve estar especiamente atento.

Veja a lista das principais armadilhas apontadas por quem entende do assunto para manter o sucesso de um pequeno negócio:

1) Contratar pessoas baratas
“Esse não é nem risco, é certeza de derrota”, diz Hélio Rodrigues da Costa, professor da Fundação Getúlio Vargas do Rio (FGV-RJ). Para o especialista, muitas vezes uma pessoa qualificada para a vaga faz o trabalho de dois ou três funcionários. “É preciso identificar onde na empresa você precisa de pessoas-chave [e investir nisso]", diz Costa.

Reinaldo Miguel Messias, consultor do Sebrae de São Paulo, vai além: “Se você pagar a média do mercado para contratar alguém que está do lado de fora [desempregado], você vai pegar os funcionários que as outras empresas não quiseram”, diz ele. A solução, para o especialista, é pagar mais para tirar bons funcionários de outras empresas.

2) Não reter funcionários e perder conhecimento humano
Esse risco é unânime entre os especialistas e, segundo eles, uma das maiores dificuldades de qualquer empresa é reter bons funcionários. “Hoje em dia é muito difícil achar pessoas comprometidas”, diz Ana Lígia Finamor, professora da FGV-RJ.

Hélio Rodrigues da Costa alerta também que o conhecimento na empresa não pode ficar ligado a uma pessoa ou a um grupo de pessoas, para que o negócio não corra risco caso elas saiam. Ou seja: é preciso evitar aquelas situações em que há tarefas que “só fulano sabe fazer”. “As empresas treinam pessoas, mas têm poucos mecanismos para reter o conhecimento delas”, diz o professor.

3) Não pagar funcionários e tributos dentro da legalidade
Para Messias, não pagar os direitos trabalhistas ou tributos e outras obrigações em dia é “um empréstimo a longo prazo”, já que quase inevitavelmente a empresa vai ter que pagá-los posteriormente e em valor maior.

4) Não trocar fechaduras e cadeados e checar estuque do teto para evitar assaltos
Quando o empresário começa o negócio, alugando uma loja ou galpão, é preciso ficar atento à segurança. “Você não sabe quem alugou o imóvel antes”, diz o consultor do Sebrae, então é preciso trocar fechaduras e cadeados das portas. O consultor do Sebrae também aconselha que os empresários examinem o estuque do teto, para ver se ele é facilmente quebrável, pois ladrões podem entrar retirando telhas e roubar mercadorias e dinheiro.

5) Não respeitar a privacidade do cliente
O empreendedor deve ter cuidado com as boas intenções: às vezes, ao enviar cartões, presentes ou outras gentilezas à casa do cliente, pode causar problemas a ele, já que a compra feita pode ser uma surpresa para alguém ou mesmo um segredo.

Messias dá um exemplo: “O sujeito compra um carro e a concessionária manda flores para a casa dele agradecendo pela compra. O problema é que o sujeito é casado e o carro comprado não era para a família, e sim para outra pessoa."

6) Comprar para você, não para o cliente
O empresário precisa pesquisar e conhecer o gosto do cliente e fazer as compras com fornecedores de acordo com isso, e não com seu gosto pessoal, alerta o consultor do Sebrae.

7) Colocar todos os ovos na mesma cesta
Uma situação frequente quando o empreendedor está começando os negócios é depender muito de um único cliente ou fornecedor. A situação deve ser evitada: “É um risco muito grande”, diz Messias.

8) Não calcular todos os custos
Tanto antes de abrir o negócio, para preparar o imóvel, fazer contratações e formar estoque, quanto depois, com a empresa funcionando, é muito frequente que os empresários tenham problemas para estimar seus custos. “Normalmente, a pessoa tem uma ideia, mas depois se surpreende com todos os gastos que precisam ser feitos”, diz Costa, da FGV. Resultado: margem de lucro menor e ainda mais dificuldades para a pequena empresa.

9) Não se relacionar bem com fornecedores
“O fornecedor deve ser seu parceiro, ele vai te dar dicas de tendências, de estoque etc. Você vai ter vantagens”, diz Messias, do Sebrae.

10) Usar boas práticas sem adaptá-las à sua empresa
“Um dos maiores erros do pequeno empresário é pegar boas práticas que existem é achar que elas servem para todo mundo”, diz o professor da FGV-RJ. “É preciso entender a lógica por trás da prática e adaptá-la à sua empresa.” Por exemplo, o sistema de pagamentos usado por uma grande empresa de mineração pode ser um exemplo de boa prática, mas dificilmente fará sentido para uma pequena padaria usá-lo.

domingo, 3 de janeiro de 2010

IR terá pequena redução em 2010

Correção vai permitir um desconto mensal menor do IR.
Centrais ampliaram a pressão por uma correção no governo Lula.

A mordida do leão da Receita Federal vai ficar um pouco menor a partir de 1º de janeiro com a correção de 4,5% da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). Prevista em lei desde 2006, a correção vai permitir um desconto mensal menor do IR no contracheque do trabalhador que é obrigado a pagar o tributo. O teto de isenção do IRPF subirá dos atuais R$ 1.434,59 para R$ 1499,15, o que deve diminuir o número de contribuintes que têm imposto a pagar. É que quem ganha abaixo desse limite está livre do IR.

Desde o início do primeiro mandato do presidente Lula, em 2003, o limite de isenção subiu R$ 441,15 com as correções da tabela promovidas pelo governo. Naquele ano, o teto de isenção estava em R$ 1058,00. A nova tabela passará a ser cobrada na fonte a partir de janeiro para o ano calendário de 2010, com declaração de ajuste do IRPF a ser entregue em 2011. Para os anos seguintes, não há, por enquanto, previsão de novos reajustes na tabela, o que deve levar a uma nova rodada de pressão das centrais sindicais.

Pressão

No governo Lula, as centrais ampliaram a pressão por uma correção permanente da tabela do IR e conseguiram fechar um acordo, em 2006, com o governo para que fosse aprovada uma lei com o reajuste de 4,5% por um período de quatro anos. Pela nova tabela, o contribuinte com salário mensal entre R$ 1.499,16 e R$ 2.246,75 está sujeito a menor alíquota, de 7,5%, com parcela a deduzir de R$ 112,43. Para os salários na faixa de R$ 2.246,76 a R$ 2.295,70, a alíquota é 15% e a dedução de R$ 280,94.

Na terceira faixa, com alíquota de 22,5%, estão os contribuintes com salário entre R$ 2.995,71 e R$ 3.743,19 e dedução de R$ 505,62. Acima de R$ 3.743,19, a dedução será de R$ 692,78 e alíquota, de 27,5%. Em 2009, começou a vigorar as duas novas faixas de alíquotas de 7,5% e 22,5%. A declaração de ajuste do IRPF do ano calendário de 2009 terá que ser entregue a partir de março do ano que vem. A Receita Federal já divulgou o modelo da Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF) e o programa de computador para as empresas recolherem o IR dos seus funcionários. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: g1.com.br

sábado, 2 de janeiro de 2010

Rio Grande do Norte é o primeiro a certificar melão no mundo.

Certificada em Comércio Justo, produção de melão no interior do Estado terá novos mercados

"Esta é a primeira vez que conseguimos um contrato com preço justo e fixado. É um momento muito importante para nós". A declaração de Ubiratan Carvalho, gerente de Negócios da Cooperativa de Desenvolvimento Agroindustrial Potiguar (Coodap), emocionou os presentes na solenidade que comemorou, no início de outubro, um fato marcante para produtores e comunidade de Pau Branco, uma área rural em Mossoró, Rio Grande do Norte.

Apoiada pelo Sebrae/RN, a Coodap conquistou a certificação em Comércio Justo, concedida pela Fairtrade Labelling Organizations (Flo-Cert) -; Certification for Development (Certificação para o Desenvolvimento, em português). É o primeiro caso no mundo de certificação de melão.

A certificação obtida pelos produtores de Pau Branco -; onde vivem três mil famílias, que dependem essencialmente da agricultura familiar -; vale até 2012 e abre grandes perspectivas de mercado. Como seu próprio nome diz, o Comércio Justo (do inglês Fair Trade) se baseia em relações mais justas do ponto de vista dos negócios.

Para se enquadrar nesta categoria, os produtores devem se organizar em associações, adotar um processo democrático de decisões, ter a igualdade entre homens e mulheres, respeitar as leis trabalhistas e o meio ambiente. Já as empresas que compram pelo sistema de Comércio Justo se comprometem a adquirir matérias-primas certificadas e a pagar um preço mínimo para possibilitar a produção. As empresas ainda devem pagar bônus para investimentos em projetos sociais e fechar contratos a longo prazo com os produtores.

O resultado imediato da certificação para a Coodap é a venda de 250 toneladas de melão para uma rede de supermercados da Inglaterra, por um preço entre 20% e 30% acima do praticado. Além disso, a cada quilo vendido, a cooperativa ganhará 10 centavos de dólar. Esse dinheiro deverá ser aplicado em projetos sociais nas áreas de saúde e educação na comunidade de Pau Branco.

Outra vantagem é que os produtores recebem um adiantamento de parte dos recursos. A quantia pode ser usada para a compra, pelos agricultores, de insumos e sementes, o que facilita o processo produtivo.

Ubiratan Carvalho conta que a entrada da Coodap no Comércio Justo representa uma mudança de comportamento para os produtores de sua comunidade. "Tínhamos uma visão mais primária do comércio antes de nos envolvermos com a busca pela certificação", revela. "Passamos a lidar de uma forma bem mais séria com a gestão do nosso negócio. O modelo Fair Trade nos fez perceber o papel de uma série de conceitos, como o uso sustentável dos recursos naturais", afirma Ubiratan.

Carvalho diz que a atuação do Sebrae nesse processo serviu para chamar a atenção do grupo sobre o papel das capacitações e como elas podem representar um diferencial de mercado. "O conhecimento nos ajudou muito a chegar à certificação, que nos abre as portas para o mundo", complementa Maria do Socorro Santos, presidente da Coodap.

Segundo a representante dos produtores de melão, a certificação trouxe um novo estágio para a vida dos agricultores, de suas famílias e da comunidade. "Temos um produto de qualidade e todos estão bastante confiantes de que vai dar certo".

Logística

José Ferreira de Melo Neto, superintendente do Sebrae/RN, vê a conquista da certificação Fair Trade pela Coodap como um fato de extrema importância no contexto econômico de seu Estado. "Colocamos um grupo de pequenos produtores para exportar em condições diferenciadas e factíveis, num momento em que o mundo inteiro se volta para o Comércio Justo", assinala.

João Hélio Cavalcanti, diretor-técnico do Sebrae/RN, lembra que a idéia da certificação do melão nasceu em 2005 durante visita à Fruit Logística, maior feira mundial de negócios da fruticultura em Berlim (Alemanha). A partir dali verificou-se a possibilidade de trabalho com comunidades rurais com o foco no Comércio Justo, experiência em crescimento na Europa.

Ele recorda que, naquele momento, os produtores enfrentavam uma situação difícil. "Eles estavam fragilizados e não tinham uma organização", conta o diretor. A crise econômica internacional que teve início em setembro de 2008 também abalou os produtores. Muitos compradores tiveram que suspender a aquisição das frutas e isso levou os negócios da cooperativa ao vermelho.

O processo de certificação do melão mossoroense começou em 2007 e incluiu uma visita de representantes da Coodap à Fruit Logística, na Alemanha, e à Fundação Fair Trade, na Inglaterra. Na ocasião, eles também tiveram a oportunidade de conhecer importadores e supermercados britânicos que trabalham com o Comércio Justo para saber as condições em que os produtos chegam e os cuidados necessários a serem adotados com a mercadoria.

Na Europa, existem estabelecimentos que reservam seções inteiras a produtos do Comércio Justo e inclusive colocam nas prateleiras, junto aos artigos, informações e fotos sobre as comunidades que desenvolvem as mercadorias. Isso serve para reforçar ainda mais perante o consumidor a importância de se adquirir esse tipo de produto e o valor social agregado a ele.

Investimentos

Um dos primeiros passos rumo à certificação foi a criação da Coodap, que nasceu a partir da Associação de Desenvolvimento Agroindustrial Potiguar, também com sede em Pau Branco.

O investimento do Sebrae/RN para a certificação do melão da Pau Branco foi de R$ 40 mil. Outros R$ 30 mil vieram do Sebrae Nacional e a Prefeitura de Mossoró aportou R$ 7 mil no projeto. Os recursos serviram para ações como capacitações, missões e consultorias.

O Sebrae/RN acredita que a experiência pioneira da Coodap vai inspirar mais produtores -; de melão e de outras frutas -; a buscarem capacitação e certificação. O Sebrae no estado já atua pela certificação de três comunidades que trabalham com coco seco, castanha-de-caju e mel. Segundo o diretor João Hélio, existe um nicho de mercado para estes alimentos na Europa.

O gerente de Agronegócios do Sebrae Nacional, Paulo Alvim, enxerga pioneirismo na certificação para a cooperativa de Mossoró . "Antes, ao se falar em comércio justo, pensava-se em produtos semi-acabados, como biscoitos e artesanato, e eles conquistaram a certificação com uma fruta in natura. Isso serve de exemplo e abre perspectivas para outras frutas do nosso bioma", observa.

Franco Marinho, gestor do Projeto de Fruticultura do Sebrae/RN, acredita que o ingresso da cooperativa no Comércio Justo trará mais segurança às suas atividades. "Antes, eles produziam com dedicação e tinham de vender o melão a um preço muito baixo, pois não conseguiam competir com as grandes empresas, que colocam suas sobras de exportação no mercado", recorda Marinho.

Na opinião de Franco, os horizontes mudaram completamente para os 20 produtores que integram a Cooperativa e para os habitantes de Pau Branco. "De agora em diante, eles poderão se planejar melhor a longo prazo, buscar novos compradores e estabelecer relações mais transparentes nos negócios. Eles só têm a crescer, para se tornar cada vez mais independentes", assinala o gestor.

Por: Marcelo Araújo
Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-7138 e 2107-9362
www.agenciasebrae.com.br
Sebrae/RN - (84) 3616-7900

O que você achou? Deixe seu comentário!!!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Ano novo...Sonhos novos!


Todo ano a gente faz tudo igual, renovamos nossas promessas para o Ano Novo. Ser bem sucedido na profissão. Mudar de emprego. Encontrar um amor, ter filhos. Parar de fumar, perder uns quilinhos. Ganhar dinheiro, viajar, conhecer lugares. Engajar-se numa causa social ou ecológica. Trabalhar pela comunidade. Mudar o mundo. Ter uma vida melhor. Ser feliz.

Mas não basta sonhar. O maior desafio é transformá-los em realidade.

Todos nós temos sonhos — ou já tivemos um dia, antes de sermos consumidos pela rotina, sufocados pelo peso dos afazeres diários. E o que aconteceu?

O aumento das responsabilidades e as dificuldades encontradas no decorrer dos anos nos impuseram uma trajetória que pode ter nos distanciado daqueles sonhos.

Quantos de nós hoje moram onde não querem, fazem o que não gostam, aturam um chefe insuportável, não se relacionam bem com o companheiro (ou companheira), convivem pouco com os filhos, equilibram-se numa corda bamba, com um salário que mal dá para cobrir as despesas.

Outros tantos talvez tenham cultivado sonhos que viraram pesadelos. Estão decepcionados com o trabalho, afundados em prestações da casa própria, acuados com a violência na vizinhança, atolados em dívidas no cartão de crédito, desgastados com a ginástica no orçamento para manter as aparências.

Mergulhadas no ópio da rotina, acabamos negligenciando nossos sonhos e vamos pouco a pouco perdendo a capacidade de sonhar. Muitos acabam levando suas vidas sem direção, sobrecarregadas e insatisfeitas, escravas de suas construções burocráticas, na fantasia de que um dia tudo mude se ganhar na loteria, se Deus mandar bom tempo, se a esposa tomar tal atitude, se o chefe enxergar suas capacidades, se o governo mudar tal lei, se, se e se…

Você já imaginou como será sua vida dentro de alguns anos? Sairá de casa para trabalhar onde deseja? Estará fazendo o que gosta? Morando onde quer? Convivendo com os amigos que deseja?

Se não houver ações claras e direcionadas da sua parte, não se iluda: tudo pode continuar exatamente do jeito que está. E daqui a exatamente a um ano, estará de novo fazendo as mesmas promessas. E amargando as mesmas frustrações.

O mundo é movido a sonhos. Mas precisamos nos transformar em um país de realizadores de sonhos em vez de nos perpetuar como apenas um “país de sonhadores”.

Empreender sonhos não é obra do acaso. Requer gestos conscientes. Lute pelos seus sonhos para não ser mero coadjuvante dos sonhos de outros.
Aproveite e faça o download aqui do Workbook – Projeto de Vida: Sou do Tamanho dos Meus Sonhos.

Feliz Ano Novo com Sonhos Novos!

Fonte: Blog do Líder

O que você achou? Deixe seu seu comentário aqui!