No próximo dia 1º de julho, às 8 horas, os trainees da quarta turma do Programa de Iniciação Profissional Trainee do SEBRAE/RN serão recepcionados pela diretoria executiva da instituição. Durante toda a semana, os 15 novos trainees conhecerão as unidades do SEBRAE, através de um “bate-papo” com os gerentes da sede e dos escritórios do interior do Estado, e contarão com o relato de dois ex-trainees da geração 2006, no Salão de Eventos do SEBRAE, em Natal. Os aprovados no processo seletivo são:
Dante Sarmento Henrique e David Xavier de Souza Góis (Unidade de Acesso a Mercados);
Juliana de Moura Cavalcanti (Unidade de Gestão de Pessoas);
Renata Lissa Soares da Silva (Unidade de Educação e Tecnologia – Setor Tecnologia);
Flávia Ribeiro Alves Bahia (Unidade de Educação e Tecnologia – Setor Educação);
Isabela Costa Cavalcanti (Unidade de Orientação Empresarial – Setor Comércio Exterior);
Elisete Cristina Lopes (Unidade de Orientação Empresarial - Setor Central Fácil);
Nilson de Souza Dantas (Unidade de Tecnologia da Informação);
Dayvisson Cabral Ferreira (Assessoria Jurídica);
Marina Reis Deusdará Leal (Escritório Regional da Zona Norte);
Gláubia Oliveira Gomes e Sandra Muriele Alves Nogueira (Escritório Regional de Assú);
Ana Neri Ferreira de Lima (Escritório Regional de Santa Cruz);
Yves Guerra de Carvalho e Kessiany Cristina de Souza (Escritório Regional de Currais Novos).
A semana de capacitação dos trainees está sendo organizada pela equipe da Unidade de Gestão de Pessoas (UGP), sob a gerência de Simone Galvão Chaves. “Será uma semana muito importante para que os trainees tenham uma visão global da nossa instituição e, com isso, facilitar o entendimento e aprendizado. Ao longo dessa semana conversaremos bastante sobre o Programa Trainee, suas etapas e processos de avaliação”, explica a gerente da UGP, Simone Chaves. O programa é uma oportunidade de aprendizagem profissional e tem duração de até um ano. Durante este tempo, o desempenho dos profissionais será sistematicamente avaliado por instrumentos de acompanhamento e avaliação de resultados.
Leonel Pontes
Analista - SEBRAE/RN
Escritório Regional de Assú
sexta-feira, 27 de junho de 2008
terça-feira, 24 de junho de 2008
Lei Geral aproxima MPEs das fontes de crédito
Recentemente, o diretor de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos, afirmou que este ano o acesso ao crédito vai crescer muito. De fato isso vem acontecendo. As micro, pequenas e médias empresas estão recebendo mais crédito dos bancos em 2008. Nos três primeiros meses do ano, a expansão de crédito de alguns dos maiores bancos privados do País em direção ao segmento foi maior do que a apresentada pelas grandes empresas, informou a Agência Sebrae.
No Banco do Brasil, as operações de crédito para as MPEs foram de R$ 25,6 bilhões até março, alta de 32% sobre o mesmo período do ano passado. Já no Itaú, o crédito destinado a essas empresas aumentou 50% no primeiro trimestre do ano, ante o mesmo período de 2007. No Bradesco, em que a alta do crédito para o segmento no primeiro trimestre foi de 47,6%, o crescimento anual estimado é entre 20% e 25%.
Para os executivos desses bancos, a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa tem sido uma importante ferramenta de apoio para a criação desse ambiente tão favorável. “A inserção das micro e pequena empresas em novos mercados, como o das compras governamentais, tem propiciado um novo ciclo de crescimento, o que tem exigido mais investimento por parte delas e mais oferta de crédito por parte dos bancos”, diz o gerente-executivo da diretoria de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, Kedson Pereira Macedo.
De acordo com dados do Ministério do Planejamento, em 2007, as micro e pequenas empresas venderam mais de R$ 9,5 bilhões para o Governo Federal. Hoje, das 275 mil empresas cadastradas para fornecer ao Governo Federal, 160 mil são de micro e pequeno porte. “As instituições financeiras estão com um olhar diferenciado para esse público, criando produtos com características diferenciadas”, afirma Kedson.
No dia 9 de junho, foi assinado um convênio ‘guarda-chuva’ de cooperação técnica entre Sebrae e Caixa, que prevê a realização de diversas ações voltadas à ampliação do acesso ao crédito e aos serviços financeiros pelas micro e pequenas empresas, bem como o aumento de intercâmbio de informações, cooperação e outras atividades correlatas.
Na ocasião, a presidente da Caixa, Maria Fernanda, afirmou que a instituição vai criar estratégias, produtos e serviços destinados às MPE. “Este ano serão disponibilizados R$ 80 bilhões para o crédito. Deste valor cerca de 40% serão destinados a pessoas jurídicas, na qual as micro e pequenas empresas estão inseridas". Em 2007, a instituição passou a ter uma Superintendência Nacional de Micro e Pequena Empresa (Sumpe) vinculada, à vice-presidência da Pessoa Jurídica (Vipju) e criada exclusivamente para desenvolvimento de produtos e estratégias direcionados a este público.
Para Alexandre Jorge Chaia, professor de finanças do Ibmec São Paulo, as micro e pequenas empresas constituem um segmento que tende a crescer bastante, porém, as instituições financeiras não estão acompanhando esse crescimento no que se refere à abordagem. “Os bancos concedem a este público o mesmo tratamento dado ao varejo. É necessário que eles criem produtos padronizados e operações mais estruturadas para as micro e pequenas empresas”, afirma.
Regina Xeyla
Agência Sebrae de Notícias
No Banco do Brasil, as operações de crédito para as MPEs foram de R$ 25,6 bilhões até março, alta de 32% sobre o mesmo período do ano passado. Já no Itaú, o crédito destinado a essas empresas aumentou 50% no primeiro trimestre do ano, ante o mesmo período de 2007. No Bradesco, em que a alta do crédito para o segmento no primeiro trimestre foi de 47,6%, o crescimento anual estimado é entre 20% e 25%.
Para os executivos desses bancos, a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa tem sido uma importante ferramenta de apoio para a criação desse ambiente tão favorável. “A inserção das micro e pequena empresas em novos mercados, como o das compras governamentais, tem propiciado um novo ciclo de crescimento, o que tem exigido mais investimento por parte delas e mais oferta de crédito por parte dos bancos”, diz o gerente-executivo da diretoria de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, Kedson Pereira Macedo.
De acordo com dados do Ministério do Planejamento, em 2007, as micro e pequenas empresas venderam mais de R$ 9,5 bilhões para o Governo Federal. Hoje, das 275 mil empresas cadastradas para fornecer ao Governo Federal, 160 mil são de micro e pequeno porte. “As instituições financeiras estão com um olhar diferenciado para esse público, criando produtos com características diferenciadas”, afirma Kedson.
No dia 9 de junho, foi assinado um convênio ‘guarda-chuva’ de cooperação técnica entre Sebrae e Caixa, que prevê a realização de diversas ações voltadas à ampliação do acesso ao crédito e aos serviços financeiros pelas micro e pequenas empresas, bem como o aumento de intercâmbio de informações, cooperação e outras atividades correlatas.
Na ocasião, a presidente da Caixa, Maria Fernanda, afirmou que a instituição vai criar estratégias, produtos e serviços destinados às MPE. “Este ano serão disponibilizados R$ 80 bilhões para o crédito. Deste valor cerca de 40% serão destinados a pessoas jurídicas, na qual as micro e pequenas empresas estão inseridas". Em 2007, a instituição passou a ter uma Superintendência Nacional de Micro e Pequena Empresa (Sumpe) vinculada, à vice-presidência da Pessoa Jurídica (Vipju) e criada exclusivamente para desenvolvimento de produtos e estratégias direcionados a este público.
Para Alexandre Jorge Chaia, professor de finanças do Ibmec São Paulo, as micro e pequenas empresas constituem um segmento que tende a crescer bastante, porém, as instituições financeiras não estão acompanhando esse crescimento no que se refere à abordagem. “Os bancos concedem a este público o mesmo tratamento dado ao varejo. É necessário que eles criem produtos padronizados e operações mais estruturadas para as micro e pequenas empresas”, afirma.
Regina Xeyla
Agência Sebrae de Notícias
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Receita Federal arrecada mais de R$ 9,3 bilhões com o SIMPLES
O total arrecadado com as empresas inscritas no Simples Federal e no Simples Nacional, entre janeiro e maio de 2008, foi de R$ 9,346 bilhões, uma vez que o primeiro obteve R$ 117 milhões e o segundo somou aproximadamente R$ 9,229 bilhões, segundo a análise mensal de arrecadação da Receita Federal, informou o site InfoMoney.
Somente de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) e ISS (Imposto sobre Serviços), até maio, foram arrecadados R$ 2,508 bilhões das empresas inscritas no Simples.
Total de MPEs no regime
A análise ainda revela que, no total, há 3.020.849 micro e pequenas empresas no regime instituído pela Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, o Simples Nacional, que unifica tributos e contribuições de competência da União, dos Estados e dos Municípios.
Trata-se da somatória das empresas migradas automaticamente do Simples Federal (1.337.103) e daquelas que aderiram ao regime a partir de julho de 2007 (2.298.881), subtraindo aquelas cujas adesões foram indeferidas, as empresas novas pendentes de verificação nos estados e municípios e as que pediram cancelamento.
Este ano, até o quinto mês, foram contabilizadas 352.771 adesões. Destas, 132.526 foram indeferidas, sendo que 128.359 delas pela Receita e outras 4.167 pelos próprios estados e municípios. No período analisado, houve 12 cancelamentos a pedido do contribuinte. Além disso, 7.977 novas empresas estão pendentes de verificação por estados e municípios.
Leonel Pontes
Unidade de Atendimento Individual
Analista - SEBRAE/RN
Somente de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) e ISS (Imposto sobre Serviços), até maio, foram arrecadados R$ 2,508 bilhões das empresas inscritas no Simples.
Total de MPEs no regime
A análise ainda revela que, no total, há 3.020.849 micro e pequenas empresas no regime instituído pela Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, o Simples Nacional, que unifica tributos e contribuições de competência da União, dos Estados e dos Municípios.
Trata-se da somatória das empresas migradas automaticamente do Simples Federal (1.337.103) e daquelas que aderiram ao regime a partir de julho de 2007 (2.298.881), subtraindo aquelas cujas adesões foram indeferidas, as empresas novas pendentes de verificação nos estados e municípios e as que pediram cancelamento.
Este ano, até o quinto mês, foram contabilizadas 352.771 adesões. Destas, 132.526 foram indeferidas, sendo que 128.359 delas pela Receita e outras 4.167 pelos próprios estados e municípios. No período analisado, houve 12 cancelamentos a pedido do contribuinte. Além disso, 7.977 novas empresas estão pendentes de verificação por estados e municípios.
Leonel Pontes
Unidade de Atendimento Individual
Analista - SEBRAE/RN
terça-feira, 10 de junho de 2008
14 Dicas para uma Gestão Melhor
1. Antes de executar planeje, re-planeje e planeje novamente. (Saiba o que vai fazer, quando, como e onde, além de detalhes específicos do projeto ou ação);
2. O mau planejamento é a causa mais freqüente do re-trabalho. (Se você não sabe o que precisa fazer, muito provavelmente fará errado, sendo necessário corrigir depois);
3. Estabeleça prioridades. (Está na hora de fazer? Ou existem coisas mais importantes a serem feitas?);
4. Não fique só no planejamento. Estabeleça prazos e cumpra as metas. (Se você tem medo de executar, acaba que está sempre planejando e se preparando. Estabeleça um prazo para seu planejamento e para o início da execução, com metas claras e objetivas);
5. Ser competente implica em disciplina. (Faça, mas faça bem feito e corretamente, para não ser necessário refazer e para não se perder no caminho);
6. Não se acomode. Saia da sua área de conforto. (A sua área de conforto é o que você já faz e já tem hoje, se quer ser melhor, saia dela e aprenda coisas novas);
7. Mantenha o trabalho em dia e ganhe tempo livre para fazer outras coisas. (Se o trabalho está atrasado, será que o salário precisa vir em dia? E se der tempo de realizar mais, será que você merece ganhar mais?);
8. Não negligencie coisas corriqueiras por considerá-las banais. Se você liga o piloto automático, pequenos detalhes podem trazer problemas depois. (Dizem que o diabo mora nos detalhes. Mas será que faz muita falta um pequeno parafuso em uma turbina de avião? Detalhes!);
9. Cultive a humildade olhando-se todo dia no espelho e fazendo uma auto-avaliação. (Saiba quem você é antes de avaliar os outros);
10. Paciência e humildade são pontos fundamentais para que a equipe gere resultados positivos. (Muitas vezes os resultados não aparecem da noite para o dia, mas com paciência e perseverança você chega lá!);
11. É preciso ter coragem para ser um bom líder (PROATIVIDADE) e assumir que não é auto-suficiente para tudo. Líderes também falham. (Um bom líder precisa de uma equipe para liderar, então não da para fazer tudo sozinho. E se você errar, levante e aprenda com seu erro.);
12. O bom gestor tem de saber extrair o alto potencial (PODER DE OBSERVAÇÃO) de cada um e montar uma equipe heterogênea. (Sua equipe precisa ter bons profissionais em cada uma das tarefas necessárias para sua área, com cada um dos profissionais exercendo seu máximo potencial);
13. Delegar não significa largar as tarefas para os outros fazerem. A falta de acompanhamento (MONITORAMENTO) pode resultar em insucesso. Disciplina não é estupidez. (O papel de um líder é delegar as tarefas, mas acompanhar o andar das mesmas, para garantir que estejam sendo bem feitas);
14. Nada de camaradagem. A aplicação de regras deve ser igual para todo o time - EQUIPE. (Você, com certeza, não gostaria de ser tratado de forma inferior a seus colegas, então não faça isso com seus subordinados).
Autor desconhecido.
Modificado por:
Fred Liberato
Consultor de Empresas
2. O mau planejamento é a causa mais freqüente do re-trabalho. (Se você não sabe o que precisa fazer, muito provavelmente fará errado, sendo necessário corrigir depois);
3. Estabeleça prioridades. (Está na hora de fazer? Ou existem coisas mais importantes a serem feitas?);
4. Não fique só no planejamento. Estabeleça prazos e cumpra as metas. (Se você tem medo de executar, acaba que está sempre planejando e se preparando. Estabeleça um prazo para seu planejamento e para o início da execução, com metas claras e objetivas);
5. Ser competente implica em disciplina. (Faça, mas faça bem feito e corretamente, para não ser necessário refazer e para não se perder no caminho);
6. Não se acomode. Saia da sua área de conforto. (A sua área de conforto é o que você já faz e já tem hoje, se quer ser melhor, saia dela e aprenda coisas novas);
7. Mantenha o trabalho em dia e ganhe tempo livre para fazer outras coisas. (Se o trabalho está atrasado, será que o salário precisa vir em dia? E se der tempo de realizar mais, será que você merece ganhar mais?);
8. Não negligencie coisas corriqueiras por considerá-las banais. Se você liga o piloto automático, pequenos detalhes podem trazer problemas depois. (Dizem que o diabo mora nos detalhes. Mas será que faz muita falta um pequeno parafuso em uma turbina de avião? Detalhes!);
9. Cultive a humildade olhando-se todo dia no espelho e fazendo uma auto-avaliação. (Saiba quem você é antes de avaliar os outros);
10. Paciência e humildade são pontos fundamentais para que a equipe gere resultados positivos. (Muitas vezes os resultados não aparecem da noite para o dia, mas com paciência e perseverança você chega lá!);
11. É preciso ter coragem para ser um bom líder (PROATIVIDADE) e assumir que não é auto-suficiente para tudo. Líderes também falham. (Um bom líder precisa de uma equipe para liderar, então não da para fazer tudo sozinho. E se você errar, levante e aprenda com seu erro.);
12. O bom gestor tem de saber extrair o alto potencial (PODER DE OBSERVAÇÃO) de cada um e montar uma equipe heterogênea. (Sua equipe precisa ter bons profissionais em cada uma das tarefas necessárias para sua área, com cada um dos profissionais exercendo seu máximo potencial);
13. Delegar não significa largar as tarefas para os outros fazerem. A falta de acompanhamento (MONITORAMENTO) pode resultar em insucesso. Disciplina não é estupidez. (O papel de um líder é delegar as tarefas, mas acompanhar o andar das mesmas, para garantir que estejam sendo bem feitas);
14. Nada de camaradagem. A aplicação de regras deve ser igual para todo o time - EQUIPE. (Você, com certeza, não gostaria de ser tratado de forma inferior a seus colegas, então não faça isso com seus subordinados).
Autor desconhecido.
Modificado por:
Fred Liberato
Consultor de Empresas
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Onde achar oportunidades
Existem pessoas que vêem oportunidades onde existem oportunidades. Outras vislumbram lances onde a maioria dos mortais jamais conseguiria enxergar nada. Os dois casos me intrigam e fascinam. E às vezes, me irritam: 1) quando percebo que pessoas que estão envolvidas com negócios, e que por conseqüência teriam a obrigação de estar atentas às oportunidades que rondam suas áreas de atuação, simplesmente deixam escapar entre os dedos chances óbvias de engordar os lucros. Ou, o que é pior: 2) quando vejo que pessoas iguais a mim, de carne e osso, criam negócios fabulosos e milionários, da noite para o dia, porque captaram, sentiram, farejaram, acreditaram e empreenderam baseados em um tino ou intuição que eu não tenho a menor idéia de onde vem.
Vejamos exemplos do primeiro caso. Outro dia minha casa foi invadida por baratas. Após várias análises, descobrimos que as invasoras vinham de uma das casas da vizinhança. A residência fora dedetizada. Imediatamente, contratamos uma empresa para fazer serviço semelhante na nossa casa. Outros vizinhos tiveram que agir da mesma maneira. Cada um fez sua própria pesquisa de preço e contratou a empresa de sua preferência. Então fiquei imaginando o dono da empresa que dedetizou a primeira residência reclamando da falta de clientes. Por sua própria incompetência, ele perdera uns dez clientes potenciais, de uma única vez. Por que não oferecer o serviço para as casas vizinhas, com condições vantajosas, alegando os problemas que advirão com a fuga das baratas?
Eu alugo filmes na mesma videolocadora há alguns anos. Nunca recebi um tratamento diferenciado. Jamais me ofereceram filmes da minha preferência. Muitas vezes sequer me notam. Agora, a empresa está para fechar. E por trás do balcão encontra-se um empresário “reclamão”. Padarias, lojas de roupas, cabeleireiros, petshops, oficinas mecânicas, pizzarias, restaurantes, postos de gasolina e outras empresas que costumamos freqüentar com razoável periodicidade, agem da mesma maneira. O desinteresse em se construir uma convivência comercial e o desprezo ao cliente é quase que uma marca registrada. Apesar de tanta tecnologia e conhecimento disponível. É simplesmente impressionante!
No caso do item 2 há tantos exemplos quanto no primeiro. Veja o exemplo do Orkut, site de relacionamento que é a maior febre entre milhões de usuários em todo o mundo. O cara criou um negócio que vale milhões de dólares, em seus momentos de diletantismo. Outro: um estudante de 21 anos (!) resolveu criar um site onde comercializa pequenos quadradinhos por US$ 100. Em menos de quatro meses atingiu sua meta e embolsou a bagatela de um milhão de dólares. A internet parece ser uma mina de ouro, mas há muitos negócios no “mundo real” que estão fazendo a felicidade de seus criadores. Desde carrinhos para vender água de coco, até lava-jatos em shopping centers, passando por ônibus-academia, padarias e cemitério para animais, planos de saúde para terceira idade, e muitos outros negócios inusitados. Até mesmo serviço de compra programada de meias pretas, que já ultrapassa a marca de US$ 2 milhões em faturamento.
Empreendedor que se preza é assim: aproveita o que lhe aparece; ou inventa. Bastou o TRE convocar milhares de eleitores, que precisam substituir seus títulos, para um empreendedor instalar uma prestadora de serviços de plastificação na porta da instituição. Onde houver aglomeração de pessoas, haverá pequenos comerciantes de bebidas, balas, pipocas, lanches, entre outros, oferecendo produtos para vender.
É assim. Oportunidades existem. Oportunidades são criadas. Para pequenos e grandes. Para quem tem muito. Para quem tem pouco. Mas sempre fazendo a alegria de muita gente. Já parou para olhar para aquelas que estão ao seu redor?
Carlos von Sohsten
Consultor - SEBRAE/RN
Vejamos exemplos do primeiro caso. Outro dia minha casa foi invadida por baratas. Após várias análises, descobrimos que as invasoras vinham de uma das casas da vizinhança. A residência fora dedetizada. Imediatamente, contratamos uma empresa para fazer serviço semelhante na nossa casa. Outros vizinhos tiveram que agir da mesma maneira. Cada um fez sua própria pesquisa de preço e contratou a empresa de sua preferência. Então fiquei imaginando o dono da empresa que dedetizou a primeira residência reclamando da falta de clientes. Por sua própria incompetência, ele perdera uns dez clientes potenciais, de uma única vez. Por que não oferecer o serviço para as casas vizinhas, com condições vantajosas, alegando os problemas que advirão com a fuga das baratas?
Eu alugo filmes na mesma videolocadora há alguns anos. Nunca recebi um tratamento diferenciado. Jamais me ofereceram filmes da minha preferência. Muitas vezes sequer me notam. Agora, a empresa está para fechar. E por trás do balcão encontra-se um empresário “reclamão”. Padarias, lojas de roupas, cabeleireiros, petshops, oficinas mecânicas, pizzarias, restaurantes, postos de gasolina e outras empresas que costumamos freqüentar com razoável periodicidade, agem da mesma maneira. O desinteresse em se construir uma convivência comercial e o desprezo ao cliente é quase que uma marca registrada. Apesar de tanta tecnologia e conhecimento disponível. É simplesmente impressionante!
No caso do item 2 há tantos exemplos quanto no primeiro. Veja o exemplo do Orkut, site de relacionamento que é a maior febre entre milhões de usuários em todo o mundo. O cara criou um negócio que vale milhões de dólares, em seus momentos de diletantismo. Outro: um estudante de 21 anos (!) resolveu criar um site onde comercializa pequenos quadradinhos por US$ 100. Em menos de quatro meses atingiu sua meta e embolsou a bagatela de um milhão de dólares. A internet parece ser uma mina de ouro, mas há muitos negócios no “mundo real” que estão fazendo a felicidade de seus criadores. Desde carrinhos para vender água de coco, até lava-jatos em shopping centers, passando por ônibus-academia, padarias e cemitério para animais, planos de saúde para terceira idade, e muitos outros negócios inusitados. Até mesmo serviço de compra programada de meias pretas, que já ultrapassa a marca de US$ 2 milhões em faturamento.
Empreendedor que se preza é assim: aproveita o que lhe aparece; ou inventa. Bastou o TRE convocar milhares de eleitores, que precisam substituir seus títulos, para um empreendedor instalar uma prestadora de serviços de plastificação na porta da instituição. Onde houver aglomeração de pessoas, haverá pequenos comerciantes de bebidas, balas, pipocas, lanches, entre outros, oferecendo produtos para vender.
É assim. Oportunidades existem. Oportunidades são criadas. Para pequenos e grandes. Para quem tem muito. Para quem tem pouco. Mas sempre fazendo a alegria de muita gente. Já parou para olhar para aquelas que estão ao seu redor?
Carlos von Sohsten
Consultor - SEBRAE/RN
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Mutirão da Cidadania Empresarial
Temos a grata satisfação de convidá-lo (a) para participar do Mutirão da Cidadania Empresarial, que juntamente com o Banco do Brasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Receita Federal, Junta Comercial e da Federação Nacional das Empresas de Serviços contábeis – FENACON levará aos empreendedores e a comunidade em geral, orientações sobre formalização de pequenos negócios, assessoria empresarial, acesso a linhas de financiamentos e atendimento individual. A ação ocorre em 256 municípios em todo o país no mesmo dia em diferentes horários.
Local: Escritório Regional do SEBRAE – Assú/RN
Av. Sen. João Câmara, S/N - Centro
Data: 28/05/2008 (quarta-feira)
Horário de atendimento: Das 08 às 14h
Local: Escritório Regional do SEBRAE – Assú/RN
Av. Sen. João Câmara, S/N - Centro
Data: 28/05/2008 (quarta-feira)
Horário de atendimento: Das 08 às 14h
Uma empresa nunca quebra hoje. Quebra cinco anos antes.
O presidente mundial da Renault, o Brasileiro Carlos Ghosn, o homem que tirou a Nissan da falência e é considerado o Henry Ford do século 21 diz o seguinte: "A única coisa que faz a diferença é a motivação. Se você perder a motivação, aos poucos você perde tudo". O próprio pensamento de Henry Ford nos traz à tona a importância do caminho que escolhemos com foco em motivação e atitude quando disse: "Se você pensa que pode ou pensa que não pode, de qualquer forma você estará certo". Uma empresa nunca quebra hoje. Quebra cinco anos antes. Não é falência financeira, é FALÊNCIA MOTIVACIONAL. Vivemos num mundo onde o futuro não é uma repetição do passado. Lamentavelmente, algumas pessoas ainda continuam com a cabeça no século 19 e o corpo no século 21.
As certezas de hoje se tornarão os absurdos de amanhã. Os motivados enxergam oportunidades nas dificuldades... Os desmotivados enxergam dificuldades nas oportunidades!
Os positivos fazem... Os negativos reclamam. Motivação não é cesta básica, não é festa de final de ano... Motivação é coisa séria, é ciência e quanto mais competitividade, quanto mais feroz uma
economia, mais ousadas serão as ações de marketing e mais importância ganha a motivação humana. Desde que o mundo é mundo passamos por duas situações, ou seja o bem e o mal. A escolha entre ser otimista ou pessimista é de cada ser humano e construirá toda uma estrada em que ele irá trilhar. 82% das maiores empresas do mundo vieram do "absolutamente nada", vieram da garra de seus fundadores, do compromisso destas equipes de trabalho que acreditaram no seu talento, no seu modelo de ação e construíram a sua grande diferença em relação aos outros no mercado. Apenas 18% foram heranças de uma geração para outra. Lembro-me da história do burro que movimenta o carro enquanto seu dono fica balançando uma cenoura à frente do seu nariz. O dono do burro pode estar indo aonde deseja ir, mas o burro está correndo atrás de uma ilusão. Amanhã só haverá outra cenoura para o burro. O que faz a diferença entre ricos e pobres no mundo é a maneira de se pensar e o plano de ação após as idéias que podem ser maravilhosas desde que colocadas em prática... Caso contrário elas irão se juntar no cemitério de milhões de idéias que "iriam" revolucionar o mundo. Iriam, porque não saíram do papel ou sequer do pensamento. A questão é: O que você está fazendo com suas idéias? O que faz com os seus pensamentos? Como anda o planejamento de sua vida, de seu trabalho, de sua empresa?
Gilclér Regina
As certezas de hoje se tornarão os absurdos de amanhã. Os motivados enxergam oportunidades nas dificuldades... Os desmotivados enxergam dificuldades nas oportunidades!
Os positivos fazem... Os negativos reclamam. Motivação não é cesta básica, não é festa de final de ano... Motivação é coisa séria, é ciência e quanto mais competitividade, quanto mais feroz uma
economia, mais ousadas serão as ações de marketing e mais importância ganha a motivação humana. Desde que o mundo é mundo passamos por duas situações, ou seja o bem e o mal. A escolha entre ser otimista ou pessimista é de cada ser humano e construirá toda uma estrada em que ele irá trilhar. 82% das maiores empresas do mundo vieram do "absolutamente nada", vieram da garra de seus fundadores, do compromisso destas equipes de trabalho que acreditaram no seu talento, no seu modelo de ação e construíram a sua grande diferença em relação aos outros no mercado. Apenas 18% foram heranças de uma geração para outra. Lembro-me da história do burro que movimenta o carro enquanto seu dono fica balançando uma cenoura à frente do seu nariz. O dono do burro pode estar indo aonde deseja ir, mas o burro está correndo atrás de uma ilusão. Amanhã só haverá outra cenoura para o burro. O que faz a diferença entre ricos e pobres no mundo é a maneira de se pensar e o plano de ação após as idéias que podem ser maravilhosas desde que colocadas em prática... Caso contrário elas irão se juntar no cemitério de milhões de idéias que "iriam" revolucionar o mundo. Iriam, porque não saíram do papel ou sequer do pensamento. A questão é: O que você está fazendo com suas idéias? O que faz com os seus pensamentos? Como anda o planejamento de sua vida, de seu trabalho, de sua empresa?
Gilclér Regina
terça-feira, 20 de maio de 2008
Caminhos para uma Cultura de Paz com a Natureza
Só no final do último século que as preocupações com o meio ambiente tomaram fôlego por parte de líderes mundiais, respaldados por estudos científicos que demonstraram a relação entre problemas ambientais e a ação do Homem. Passados alguns anos, a crise planetária alcança níveis que não eram previstos naquele momento. Os problemas são vários, e em última análise se percebe que são facetas de uma única crise. São problemas sistêmicos, o que significa que estão ligados e interdependentes, um afeta o outro, tornando-o mais ou menos impactante na vida do planeta, e conseqüentemente na nossa.
As mudanças no clima, que interferem diretamente na economia e na sociedade vêm acontecendo em curvas geométricas nos últimos 50 anos. São limitadas as capacidades de sustentação do planeta, de depuração do ambiente, de absorção de resíduos; muitos recursos naturais não-renováveis, dentre eles o petróleo, se esgotarão em médio prazo, o que desafia a sustentabilidade da civilização baseada na sua exploração. Mais gente e mais consumo são elementos de uma equação que pode levar a conflitos movidos pelo acesso e apropriação dos recursos. A História nos assinala guerras por territórios produtivos, estratégicos, minerais valiosos, e em breve isso poderá ocorrer pela água-doce, cada vez mais escassa, e pelos recursos da biodiversidade, e exemplo da “nossa” Amazônia.
Como podemos perceber, a crise atual é mais do que uma crise da civilização, mas uma crise da evolução da espécie humana, que criou instrumentos de se autodestruir e de destruir o planeta. Temos dificuldade de entender que somos parte da grande “Teia da Vida”, não estamos acima nem abaixo, pois em a Natureza as hierarquias são aparentes, uma vez, fazermos parte do Todo.
O aprofundamento dessa consciência e percepção ambiental, bem como a maior sensibilização social e de cada um de nós, mostra que a paz social está associada às relações amigáveis com o ambiente e que os danos ao meio precisam dar lugar a uma nova atitude responsável, obedecendo a padrões éticos.
Não podemos mais achar que a responsabilidade deve ser somente dos governos e das grandes empresas. O desenvolvimento sustentável depende de um conjunto de ações de todos nós, cidadãos do mundo. Neste contexto destacamos o consumo responsável, que acontece quando adotamos posturas que evitam o desperdício de água, alimentos, resíduos, e buscamos adquirir produtos com baixo custo de energia, e que no seu processo produtivo menos lixo seja produzido e agrida cada vez menos a Terra. Como cidadãos precisamos estar atentos às propostas dos políticos e representantes, exigindo que tenham compromisso ecológico e de acordo com o paradigma do desenvolvimento sustentável. A espécie humana poderá, se assim o quiser e se utilizar de métodos alternativos, reverter os processos de degradação ambiental e ter um futuro diferente do que as previsões anunciam.
Em 2004, o comitê do Prêmio Nobel da Paz elegeu a ambientalista queniana, Wangari Maathai, que prestou relevante serviço à sociedade. As relações entre as questões ambientais e a Cultura de Paz ainda são precariamente percebidas. Ao destacar a questão ambiental como essencial para a Paz mundial, o comitê do Prêmio Nobel contribuiu para expandir a consciência do mundo nessa direção. A queniana consciente dessa estreita ligação, afirmou no seu discurso que “quando plantamos novas árvores estamos plantando sementes de paz”. A educação para a paz e para a cidadania é imprescindível para que se estabeleça uma melhor relação do Homem com o Meio Ambiente em que todos estamos inseridos.
Este é um compromisso de todos nós. Façamos nossa parte, homens, mulheres, crianças, instituições, governos, empresas. O tempo é agora.
Fernando de Sá Leitão
SEBRAE/RN - Escritório Regional de Assú
As mudanças no clima, que interferem diretamente na economia e na sociedade vêm acontecendo em curvas geométricas nos últimos 50 anos. São limitadas as capacidades de sustentação do planeta, de depuração do ambiente, de absorção de resíduos; muitos recursos naturais não-renováveis, dentre eles o petróleo, se esgotarão em médio prazo, o que desafia a sustentabilidade da civilização baseada na sua exploração. Mais gente e mais consumo são elementos de uma equação que pode levar a conflitos movidos pelo acesso e apropriação dos recursos. A História nos assinala guerras por territórios produtivos, estratégicos, minerais valiosos, e em breve isso poderá ocorrer pela água-doce, cada vez mais escassa, e pelos recursos da biodiversidade, e exemplo da “nossa” Amazônia.
Como podemos perceber, a crise atual é mais do que uma crise da civilização, mas uma crise da evolução da espécie humana, que criou instrumentos de se autodestruir e de destruir o planeta. Temos dificuldade de entender que somos parte da grande “Teia da Vida”, não estamos acima nem abaixo, pois em a Natureza as hierarquias são aparentes, uma vez, fazermos parte do Todo.
O aprofundamento dessa consciência e percepção ambiental, bem como a maior sensibilização social e de cada um de nós, mostra que a paz social está associada às relações amigáveis com o ambiente e que os danos ao meio precisam dar lugar a uma nova atitude responsável, obedecendo a padrões éticos.
Não podemos mais achar que a responsabilidade deve ser somente dos governos e das grandes empresas. O desenvolvimento sustentável depende de um conjunto de ações de todos nós, cidadãos do mundo. Neste contexto destacamos o consumo responsável, que acontece quando adotamos posturas que evitam o desperdício de água, alimentos, resíduos, e buscamos adquirir produtos com baixo custo de energia, e que no seu processo produtivo menos lixo seja produzido e agrida cada vez menos a Terra. Como cidadãos precisamos estar atentos às propostas dos políticos e representantes, exigindo que tenham compromisso ecológico e de acordo com o paradigma do desenvolvimento sustentável. A espécie humana poderá, se assim o quiser e se utilizar de métodos alternativos, reverter os processos de degradação ambiental e ter um futuro diferente do que as previsões anunciam.
Em 2004, o comitê do Prêmio Nobel da Paz elegeu a ambientalista queniana, Wangari Maathai, que prestou relevante serviço à sociedade. As relações entre as questões ambientais e a Cultura de Paz ainda são precariamente percebidas. Ao destacar a questão ambiental como essencial para a Paz mundial, o comitê do Prêmio Nobel contribuiu para expandir a consciência do mundo nessa direção. A queniana consciente dessa estreita ligação, afirmou no seu discurso que “quando plantamos novas árvores estamos plantando sementes de paz”. A educação para a paz e para a cidadania é imprescindível para que se estabeleça uma melhor relação do Homem com o Meio Ambiente em que todos estamos inseridos.
Este é um compromisso de todos nós. Façamos nossa parte, homens, mulheres, crianças, instituições, governos, empresas. O tempo é agora.
Fernando de Sá Leitão
SEBRAE/RN - Escritório Regional de Assú
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Iniciando um Novo Negócio
Montar um negócio exige todo um planejamento antecipado, qualquer que seja o empreendimento ou ramo de atividade. Portanto, alguns cuidados devem ser seguidos: o primeiro passo é avaliar as próprias características, identificando quais são os pontos fortes que possui e encarando as limitações (pontos fracos). Trabalhar então para desenvolver aquelas que necessita adquirir, exercitar ou melhorar.
O fundamental é perceber que ninguém é um "produto" pronto, acabado, definitivo, imutável. É preciso que o empreendedor / empresário reúna várias características pessoais, pois a "personalidade do dono" é a personalidade do negócio e assim sendo, mencionamos aquelas mais marcantes e que sem dúvida, vão influenciar no sucesso da sua empresa:
· Ser uma pessoa que busca realização e é auto-orientado para atingir metas próprias;
· Predisposto a correr riscos; corajoso; ousado;
· Ter prazer em realizar o trabalho e em observar seu próprio desenvolvimento / crescimento empresarial;
· Manter a auto-motivação mesmo em situações difíceis; e a auto-estima mesmo em situações de fracasso;
· Ser capaz de exercer liderança, de motivar e de orientar outras pessoas com relação ao trabalho;
· Aceitar e aprender com seus erros e com os erros dos outros;
· Reconhecer as suas limitações, complementando-as com talentos alheios;
· Ser criativos e inovadores e transformar idéias em ações;
· Trabalhar arduamente, com coragem, persistência, obstinação e paciência, para atingir seus objetivos;
· Acreditar no trabalho como participação e contribuição social;
· Ter facilidade de comunicação e gostar de se relacionar com as pessoas;
· Ser hábil nas relações interpessoais e um bom negociador;
· Saber administrar bem o tempo;
Um empreendedor, para ser bem sucedido, não necessita obrigatoriamente de ter todas as características citadas. É claro que, se reunir o maior número possível delas, será melhor. É possível conseguir, em um sócio ou até mesmo com um colaborador direto, completar as características inexistentes ou menos presentes. Além do que, algumas características são passíveis de correção ou desenvolvimento.
Um fato, a ser destacado, é que pessoas com personalidades / características diferentes, podem causar alguns atritos, sendo então necessário o diálogo franco e aberto, entendimento, desprendimento, paciência, sabedoria e vontade de aprender com o outro.
Algumas dicas sobre pontos a considerar no planejamento do negócio e das competências exigidas para uma gestão bem sucedida:
· Pesquisa de Mercado: este é o ponto de partida. Conhecer os concorrentes diretos, os fornecedores e o público-alvo, é fundamental. Qualquer negócio deve ser criado a partir do conhecimento real deste trinômio. O pequeno empresário precisa conhecê-los antecipadamente para que possa arquitetar a sua proposta e estratégia.
· Conhecimento da Atividade: é recomendável que haja experiência anterior no ramo, pois iniciar o empreendimento sem ter conhecido e vivenciado, pode ser fatal. Entrar na atividade e obter o conhecimento através de um aprendizado no dia-a-dia da empresa custará bem mais caro, pois os erros são inevitáveis e, às vezes, custa o próprio empreendimento. Não há mais lugar para o amadorismo, visto que a concorrência é grande, muito acirrada e competitiva.
· Visão Empresarial e Mercadológica: o mundo dos pequenos negócios exige que o empreendedor / empresário esteja preparado para acompanhar e interpretar as informações diárias ao seu redor e que se disponha a manter-se atualizado e em permanente processo de aprendizado e evolução, sem os quais não é possível sobreviver e muito menos, alcançar o sucesso. É preciso estar atento para as mudanças e tendências do mercado, legislação, tecnologia, fornecedores, produtos e serviços ofertados pela concorrência, gostos e hábitos dos consumidores / clientes, qualidade do atendimento, qualidade das matérias-primas e dos produtos, estratégias de marketing e de "merchandising" etc. É um verdadeiro desafio.
· Sensibilidade Administrativa: é necessário ter a capacidade de perceber, identificar e avaliar variações diversas no mercado, nas pessoas, no ambiente e nos processos, podendo assim interferir de maneira ágil e oportuna, buscando soluções e/ou alternativas adequadas para a prevenção, correção e eliminação dos problemas e/ou dificuldades.
· Capacidade de Gestão: o empreendedor deve conhecer um pouco de tudo. Técnicas modernas de administração, comunicação, finanças, custos, recursos humanos, informática, marketing, publicidade e propaganda, relações públicas, legislação, qualidade etc., além dos conhecimentos específicos da atividade que atua.
· Obtenção de Lucros / Rentabilidade: um pequeno negócio, não sobrevive sem lucro. É preciso que seja auto-sustentável e que permita sempre o reinvestimento, a partir do lucro gerado.
· Dedicação Integral: é preciso ter a consciência de que ser um pequeno empresário, exige total dedicação. Além do que o trabalho é árduo, cansativo, fatigante, mas, mesmo assim, tem que ser prazeroso e visto como meio de realização pessoal e profissional, e não como uma obrigação a ser cumprida. É preciso estar preparado para o desgaste do dia-a-dia.
· Relacionamento Interpessoal: o empresário precisa gostar de lidar com pessoas. Deve ter habilidade de conviver e interagir adequadamente com os mais diferentes níveis sócio-econômicos, culturais, intelectuais, de educação e princípios, de postura e comportamento. Num pequeno negócio, o dono lida o tempo todo com pessoas (clientes, funcionários, fornecedores, concorrentes, autoridades, fiscais), precisando mostrar sensibilidade, paciência, tolerância, presteza, educação, discernimento e sagacidade, pois para cada pessoa a necessidade do trato pode ser diferente.
· Legislação: é de extrema importância que o empreendedor / empresário tenha conhecimentos básicos sobre a legislação pertinente ao negócio, principalmente no que diz respeito a: legislação fiscal, tributária, trabalhista, sanitária, bem como do Código de Defesa do Consumidor.
· Informações Estratégicas: o empreendedor / empresário deve pesquisar / procurar informações sobre mercado, concorrência direta, outros estabelecimentos similares, fornecedores, consumidores, infra-estrutura da região, população, perspectivas de crescimento, obras públicas a serem realizadas, construções de moradias ou de estabelecimentos comerciais e/ou industriais, escolas, shopping-centers, hospitais, clubes. O trabalho de pesquisa inicial é de suma importância e, mesmo depois de aberto o negócio, o empresário precisa manter-se atualizado, pesquisando sempre. Deve também acompanhar a situação político-econômica da cidade, região, estado e país, pois tudo isto tem reflexos diretos no negócio.
· Treinamento e Educação: manter um quadro de funcionários que seja estável, produtivo, eficiente e comprometido com a empresa, requer um processo de treinamento e educação constante. Deve incentivar e promover treinamentos, reuniões, dinâmicas de grupo e conversas individuais, sempre com a intenção de praticar o treinamento, a educação e o desenvolvimento pessoal e profissional dos seus funcionários.
Sergio Diniz.
Consultor de Gestão Empresarial
SEBRAE/SP
O fundamental é perceber que ninguém é um "produto" pronto, acabado, definitivo, imutável. É preciso que o empreendedor / empresário reúna várias características pessoais, pois a "personalidade do dono" é a personalidade do negócio e assim sendo, mencionamos aquelas mais marcantes e que sem dúvida, vão influenciar no sucesso da sua empresa:
· Ser uma pessoa que busca realização e é auto-orientado para atingir metas próprias;
· Predisposto a correr riscos; corajoso; ousado;
· Ter prazer em realizar o trabalho e em observar seu próprio desenvolvimento / crescimento empresarial;
· Manter a auto-motivação mesmo em situações difíceis; e a auto-estima mesmo em situações de fracasso;
· Ser capaz de exercer liderança, de motivar e de orientar outras pessoas com relação ao trabalho;
· Aceitar e aprender com seus erros e com os erros dos outros;
· Reconhecer as suas limitações, complementando-as com talentos alheios;
· Ser criativos e inovadores e transformar idéias em ações;
· Trabalhar arduamente, com coragem, persistência, obstinação e paciência, para atingir seus objetivos;
· Acreditar no trabalho como participação e contribuição social;
· Ter facilidade de comunicação e gostar de se relacionar com as pessoas;
· Ser hábil nas relações interpessoais e um bom negociador;
· Saber administrar bem o tempo;
Um empreendedor, para ser bem sucedido, não necessita obrigatoriamente de ter todas as características citadas. É claro que, se reunir o maior número possível delas, será melhor. É possível conseguir, em um sócio ou até mesmo com um colaborador direto, completar as características inexistentes ou menos presentes. Além do que, algumas características são passíveis de correção ou desenvolvimento.
Um fato, a ser destacado, é que pessoas com personalidades / características diferentes, podem causar alguns atritos, sendo então necessário o diálogo franco e aberto, entendimento, desprendimento, paciência, sabedoria e vontade de aprender com o outro.
Algumas dicas sobre pontos a considerar no planejamento do negócio e das competências exigidas para uma gestão bem sucedida:
· Pesquisa de Mercado: este é o ponto de partida. Conhecer os concorrentes diretos, os fornecedores e o público-alvo, é fundamental. Qualquer negócio deve ser criado a partir do conhecimento real deste trinômio. O pequeno empresário precisa conhecê-los antecipadamente para que possa arquitetar a sua proposta e estratégia.
· Conhecimento da Atividade: é recomendável que haja experiência anterior no ramo, pois iniciar o empreendimento sem ter conhecido e vivenciado, pode ser fatal. Entrar na atividade e obter o conhecimento através de um aprendizado no dia-a-dia da empresa custará bem mais caro, pois os erros são inevitáveis e, às vezes, custa o próprio empreendimento. Não há mais lugar para o amadorismo, visto que a concorrência é grande, muito acirrada e competitiva.
· Visão Empresarial e Mercadológica: o mundo dos pequenos negócios exige que o empreendedor / empresário esteja preparado para acompanhar e interpretar as informações diárias ao seu redor e que se disponha a manter-se atualizado e em permanente processo de aprendizado e evolução, sem os quais não é possível sobreviver e muito menos, alcançar o sucesso. É preciso estar atento para as mudanças e tendências do mercado, legislação, tecnologia, fornecedores, produtos e serviços ofertados pela concorrência, gostos e hábitos dos consumidores / clientes, qualidade do atendimento, qualidade das matérias-primas e dos produtos, estratégias de marketing e de "merchandising" etc. É um verdadeiro desafio.
· Sensibilidade Administrativa: é necessário ter a capacidade de perceber, identificar e avaliar variações diversas no mercado, nas pessoas, no ambiente e nos processos, podendo assim interferir de maneira ágil e oportuna, buscando soluções e/ou alternativas adequadas para a prevenção, correção e eliminação dos problemas e/ou dificuldades.
· Capacidade de Gestão: o empreendedor deve conhecer um pouco de tudo. Técnicas modernas de administração, comunicação, finanças, custos, recursos humanos, informática, marketing, publicidade e propaganda, relações públicas, legislação, qualidade etc., além dos conhecimentos específicos da atividade que atua.
· Obtenção de Lucros / Rentabilidade: um pequeno negócio, não sobrevive sem lucro. É preciso que seja auto-sustentável e que permita sempre o reinvestimento, a partir do lucro gerado.
· Dedicação Integral: é preciso ter a consciência de que ser um pequeno empresário, exige total dedicação. Além do que o trabalho é árduo, cansativo, fatigante, mas, mesmo assim, tem que ser prazeroso e visto como meio de realização pessoal e profissional, e não como uma obrigação a ser cumprida. É preciso estar preparado para o desgaste do dia-a-dia.
· Relacionamento Interpessoal: o empresário precisa gostar de lidar com pessoas. Deve ter habilidade de conviver e interagir adequadamente com os mais diferentes níveis sócio-econômicos, culturais, intelectuais, de educação e princípios, de postura e comportamento. Num pequeno negócio, o dono lida o tempo todo com pessoas (clientes, funcionários, fornecedores, concorrentes, autoridades, fiscais), precisando mostrar sensibilidade, paciência, tolerância, presteza, educação, discernimento e sagacidade, pois para cada pessoa a necessidade do trato pode ser diferente.
· Legislação: é de extrema importância que o empreendedor / empresário tenha conhecimentos básicos sobre a legislação pertinente ao negócio, principalmente no que diz respeito a: legislação fiscal, tributária, trabalhista, sanitária, bem como do Código de Defesa do Consumidor.
· Informações Estratégicas: o empreendedor / empresário deve pesquisar / procurar informações sobre mercado, concorrência direta, outros estabelecimentos similares, fornecedores, consumidores, infra-estrutura da região, população, perspectivas de crescimento, obras públicas a serem realizadas, construções de moradias ou de estabelecimentos comerciais e/ou industriais, escolas, shopping-centers, hospitais, clubes. O trabalho de pesquisa inicial é de suma importância e, mesmo depois de aberto o negócio, o empresário precisa manter-se atualizado, pesquisando sempre. Deve também acompanhar a situação político-econômica da cidade, região, estado e país, pois tudo isto tem reflexos diretos no negócio.
· Treinamento e Educação: manter um quadro de funcionários que seja estável, produtivo, eficiente e comprometido com a empresa, requer um processo de treinamento e educação constante. Deve incentivar e promover treinamentos, reuniões, dinâmicas de grupo e conversas individuais, sempre com a intenção de praticar o treinamento, a educação e o desenvolvimento pessoal e profissional dos seus funcionários.
Sergio Diniz.
Consultor de Gestão Empresarial
SEBRAE/SP
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